Evite fazer dieta, faça mudanças positivas

Por que apenas dizer a palavra “D”, você sabe, “dieta” traz pensamentos imediatos de fracasso nas mentes de muitos homens e mulheres em todo o mundo? Será que todos nós aprendemos por tentativa e erro que as dietas simplesmente não funcionam? Eu sei que muitos de vocês estão sentados com o queixo caído no momento. Afinal, este é um artigo sobre dieta, certo? É e não é. A dieta é o beijo da morte para muitos, enquanto uma nova fase em sua vida ou ajuste de estilo de vida pode ser exatamente o que significará sucesso para você e seus objetivos de saúde e fitness.

Ácido Úrico – Planta medicinal para ácido úrico

Ácido Úrico – Planta medicinal para ácido úrico: "

Cura e tratamento para ácido úrico.


Planta Medicinal - Ácido Úrico

Planta Medicinal - Ácido Úrico


Maravilhosos resultados tem sido obtidos com o limão na eliminação desse ácido azotado, produzido por deficiência renal, que causa, entre outros males, a gôta e doenças cardíacas.

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Adenite – Planta Medicinal para tratamento de adenite

Adenite – Planta Medicinal para tratamento de adenite: "
Planta Medicinal - Adenite

Planta Medicinal - Adenite


Adenite é a inflamação de um glânglio linfático. Apresenta, às vezes, os mesmos sintomas de um abcesso. Quando se torna crônica forma um caroço endurecido sob a pele, geralmente localizando-se no pescoço, nas axilas, no queixo ou nas virilhas.


O ácido cítrico do limão elimina a Adenite em pouco tempo. Basta uma cura de 20 dias com o limão.

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Adiposidade – Como tratar a Adiposidade

Adiposidade – Como tratar a Adiposidade
Planta medicinal Adiposidade

Planta medicinal Adiposidade

A Adiposidade é caracterizada pela forma de massas gordurosas no tronco e nos membros, com perturbações nervosas.

O uso do limão têm sido empregado no combate à Adiposidade fazendo com que a mesma desapareça em menos de um ano

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Afonia e rouquidão – Como tratar a Afonia

Afonia e rouquidão – Como tratar a Afonia: "


Planta Medicinal - Afonia e rouquidão

Planta Medicinal - Afonia e rouquidão


Afonia, rouquidão ou falta de voz, é a perda parcial ou completa da voz, acidental, aguda ou crônica, devida a várias causas sobretudo catarro laringeo agudo ou crônico.


Em qualquer dos casos o limão dá excelente resultados.

Por ser empregado também em gargarejos diários.  O limão não só cura a afonia, aguda ou crônica, como é muito bom para a voz. Cantores, locutores, oradores e todos que falam bastante, deviam usá-lo com essa finalidade

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Afta ou sapinho – Causas e tratamento

Afta ou sapinho – Causas e tratamento: "


Planta Medicinal - Afta e sapinho

Planta Medicinal - Afta e sapinho


Afta ou sapinho – Origem causas e tratamento

É uma inflamação interna da boca. Pode ser simples ou catarral, aftosa, ulcerosa ,  grangrenosa ou parasitária. Nesse último caso, é chamada popularmente sapinho.


Sua estomatite a mucosa da boca é vermelha, inchada e quente; a boca arde, a lingua é saburrosa; há secura ou salivação abundante, gosto amargo na boca. Na estomatite simples, a mucosa é revestida de  um muco espesso; na estomatite aftosa, aparecem pequenas úlceras superficiais branca-acinzentada de forma circular, resultante de vesículas que se rompem, e cercadas de um rebordo vermelho, são denominadas AFTAS.


A estomatite parasitária ou sapinho, é produzida por um cogumelo denominado Saccharomyces Albicans, o qual adere à mucosa bucal, formando pontos brancos,  salientes, espalhados por toda a boca; aparecem sobretudo nas crianças, no curso de moléstias dos intestinos.


Na cura e tratamento da afta, pode se empregar o limão para limpar a região afetada, espremendo seu sumo e passando-o com algodão hidrófilo.


A quantidade a tomar, deve ser calculado de acordo com a idade da criança, mas dada à criança diariamente como cura dos 20 dias.

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Albuminuria – Causas e Tratamento

Albuminuria – Causas e Tratamento: "
Planta Medicinal para Albuminuria

Planta Medicinal para Albuminuria


Denomina-se Albuminuria a presença de albumina na urina, causando inchações parciais ou generalizadas. É causada pela deficiência renal e quase sempre indica algo muito sério, como nefrite , por exemplo.


É comum nas mulheres, durante a gestação. Mas de qualquer modo o limão cura totalmente a albuminúria em poucos meses.

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Alcoolismo – Como tratar o alcoolismo com planta medicinal

Alcoolismo – Como tratar o alcoolismo com planta medicinal: "

Entenda como tratar e curar o alcoolismo de forma natural, ou seja beneficiando-se do poder das plantas medicinais.


Planta medicinal para alcoolismo

Planta medicinal para alcoolismo


O limão cura o alcoolismo. desde os resultados agudos, que vulgarmente se chama ressaca, causados por uma bebedeira, como cabeça pesada, mau gosto na boca, dor de cabeça, vômitos etc, até o envenenamento crônico pelo alcool.

Algumas gotas de limão pingadas no ouvido de quem está em coma alcoolica, fazem o paciente sair imediatamente da mesma.


O alcoolismo crônico, que atinge os bebedores inveterados, começa por tremor nas mãos, que aos poucos ganha os outros membros e a face. enfraquecimento muscular, formigamentos contínuos nos membros superiores, alucinações, visões, manias, fobias, temores, sono com terriveis pesadelos, má digestão, incgação nas palpebras, cor purpura, fastio, sede intensa, anorexia, vômitos mucosos e biliosos, perda da memória e uma infinidade de sintomas que vão se agravando até a morte.


O limão pode operar milagres, mesmo em casos de alcoolismo crônico bem adiantado. Todavia, como é um assunto por demais complexo, o melhor caminho para a cura do alcoolismo é recorrer a um médico.

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Amigdalite – O que é – Causas e tratamento

Amigdalite – O que é – Causas e tratamento: "

Amigdalite – Conheça suas particularidades e tratamento

Amigdalite ou Angina, é a inflamação simples das amigdalas. Nos casos leves, sem grande importância , pode haver apenas inchação e vermelhidão das amigdalas e um pouco de dor de garganta. Em casos mais agudos e um tanto mais graves, há muita febre, grande inchação que dificulta a ingestão de alimentos  e até a respiração.


Há vários tipos de amigdalite. Em todos o limão, pela sua poderosa ação antimicrobacteriana e antitérmica, realiza curas notáveis.

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Anemia – Como combater a anemia – Dicas de Saúde

Anemia – Como combater a anemia – Dicas de Saúde: "

Dicas de Saúde – Como combater a anemia


Bata num liquidificador 3 ovos de pata comum vidro de Biotonico Fontora, 1 lata de leite condensado  e 1 pacote pequeno de chocolate em pó. Tome uma colher de sopa antes das refeições.

Bata no liquidificador 1 cenoura e 1 beterraba crua,  junto  com uma colher  de açucar e 1 copo de leite.

Tome um copo pela manhã, durante 15 dias.

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Assadura de Bebê – Como tratar – Dicas de Saúde

Assadura de Bebê – Como tratar – Dicas de Saúde: "

Comum na população infantil,  maioria dos bebês já sofreram com a assadura.

Dica de saúde


Se as fraldas forem higienizadas com bicabornato de sódio, na última água de enxague , seu bebê não terá  assaduras.

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Um passeio pelas ervas aromáticas

O gabinete de Turismo de Natureza do Centro Cultural Raiano de Idanha-a-Nova realiza no dia 21 de Março, mais um percurso pedestre.




A iniciativa intitula-se “Um olhar pelas ervas aromáticas e medicinais da Raia” e conta com o apoio da Câmara Municipal.



A actividade desenvolve-se em São Miguel de Acha, onde os participantes poderão desfrutar de 10 quilómetros de natureza e fazer prova de dois chás, celebrando-se também o Dia Mundial da Árvore.



As inscrições já se encontram abertas até ao dia 18 de Março com o valor de 7,50 euros.



Para qualquer outra informação, os interessados podem contactar o telefone 277 202 900 ou os sites http://www.turismodenatureza.com/ ou http://www.cm-idanhanova.pt/ .

fonte: Jornal Reconquista

Celulite

O termo "celulite" foi, durante muitos anos, utilizado pelos cirurgiões para designar afecções purulentas do tecido conjuntivo. E em 1920, Alquier e Paviot, médicos que residiam em Lyon, na França, pela primeira vez definiram a celulite como uma distrofia celular complexa, não inflamatória, do sistema mesenquimatoso, acompanhada de uma disfunção do metabolismo aquoso, causando uma saturação do tecido conjuntivo pelos líquidos intersticiais. Essa disfunção complexa é o resultado da resposta do tecido conjuntivo a uma agressão traumática, tóxica, infecciosa e, principalmente, em virtude de um distúrbio endócrino.




Dessa forma, fica claro que o termo foi erroneamente adotado para determinar uma disfunção hídrica e lipídica do tecido conjuntivo. Atualmente, o termo utilizado pela área de saúde é hidrolipodistrofia ginóide, principalmente por ser uma afecção predominantemente encontrada em mulheres. Outro nome cientificamente mais adequado é paniculopatia fibroedemato esclerótica; contudo, de nada adianta essas atualizações para designar a afecção, pois, em muitos casos, se não todos, se trata de um transtorno psicossocial para os pacientes, uma vez que o nome publicitário ‘celulite’ já foi adotado popularmente.



Não se consegue dissociar a celulite da obesidade ou, melhor dizendo, da gordura localizada, até porque, em três dos seus quatro estágios de evolução etiopatogênica, as células gordurosas estão intimamente envolvidas, do estímulo à síntese de gordura até a formação de macronódulo que comprime nervos e vasos, promovendo dor e anoxia ao tecido, e rompe macromoléculas de sustentação, promovendo flacidez.



O que se pode dizer de toda a evolução científica nesse segmento é que é no sistema endócrino em que encontraremos os grandes avanços para o equilíbrio bioquímico do metabolismo. O estímulo do AMPc leva a um aumento da quebra de gordura em ácidos graxos e glicerol por meio da ativação da enzima lipase. Receptores alfa-2 adrenérgicos, assim como a enzima fosfodiesterase, podem inibir o AMPc, e com isso aumentar a síntese de gordura no organismo e proporcionar um aumento da celulite.



De qualquer forma, outros hormônios também podem proporcionar esse efeito negativo, como, por exemplo, a insulina que aumenta a entrada de açúcar nos adipócitos; a prolactina que aumenta a retenção de água nos tecidos; e a adrenalina que, por um efeito de vasoconstrição, diminui o retorno de líquidos do tecido conjuntivo. Por outro lado, os hormônios androgênicos, formados pelas glândulas adrenais, ovários e testículos, são os grandes vilões nesse assunto. O mais importante androgênio é a dihidrotestosterona, originária da testosterona pela ação da enzima 5-alfa-redutase, por sua ação em receptores em todas as células do organismo. A testosterona pode ser considerada o segundo andrógeno em importância, porém da testosterona também podem se originar o estradiol e hormônios metabólitos derivados pela atividade da enzima aromatase P450, presente em vários órgãos.



Durante o processo de envelhecimento, os níveis de hormônios sexuais, andrógenos e estrógenos decaem significativamente, originando uma síndrome designada Síndrome de Deficiência Hormonal, que, no homem, é denominada andropausa e, na mulher, menopausa, sendo que ambos apresentam sintomas característicos. A queda da produção hormonal ocorre principalmente no nível das gônadas (testículo e ovário) e menos nas outras regiões produtoras, como no caso das glândulas adrenais. Em função disso, é rotina na clínica diária a reposição desses hormônios por via exógena com o objetivo de diminuir os sintomas associados à diminuição da produção endógena.



A diminuição da produção hormonal tanto no homem quanto na mulher ocorre nos dois tipos de hormônios, andrógenos e estrógenos. Segundo Dobs AS et al., o uso de reposição hormonal em mulheres utilizando andrógenos e estrógenos associados pode melhorar a composição corporal, força muscular, qualidade de vida e função sexual nas pacientes utilizando o produto ativo, estatisticamente diferente do placebo. Já segundo BHASIN S et al., o uso de suplemento de testosterona por homens idosos apresenta efeitos benéficos, melhorando a massa muscular e a performance sexual, bem como a qualidade de vida nos pacientes tratados.



Em função desses e de tantos outros artigos científicos sobre o mesmo tema, observou-se que um dos efeitos colaterais eram as lesões características na pele e no local da aplicação, com aparência anatômica semelhante à celulite. Após a interrupção desse tipo de tratamento, as lesões típicas da celulite desapareceram da pele dos pacientes, retornando a pele ao seu estado normal.



Estudos realizados a respeito do resultado do uso de testosterona na pele causando o efeito de lipodistrofia ginóide revelaram que ocorre em virtude da metabolização da testosterona via enzima aromatase P450, presente nos fibroblastos da camada da epiderme, que faz a transformação de testosterona em estrógenos.



A literatura técnica já ensina que os estrógenos têm vários efeitos no tecido adiposo, e, segundo Mizutani et al., foi demonstrada a presença de receptores de estrógenos no tecido adiposo de animais e humanos. Também O´Brien SN et al. descrevem que o tecido adiposo subcutâneo tem elevada quantidade de receptores de estrógenos.



Diante dos fatos, concluiu-se que o desenvolvimento da celulite ocorre em virtude de uma conversão da testosterona em estrógeno pela enzima aromatase p450 presente na epiderme, sendo que o estrógeno induz a alterações metabólicas, aumentando a espessura do tecido adiposo e levando ao aparecimento da lesão típica da celulite. Não é de outra forma que observamos muitas formulações de uso tópico e oral contendo substâncias ativas (pseudo-hormônios, suplementos, fitoterápicos, entre outros) com capacidade de inibir a atividade estrogênica periférica, seja por bloqueio total ou parcial de receptores de estrógenos ou por inibição da enzima aromatase P450.



A patente US 6.071.526, por exemplo, descreve um método para tratamento de celulite que compreende a aplicação tópica de uma substância que inibe a formação e/ou ação de estrógenos, melhorando, dessa forma, os distúrbios do tecido adiposo conectivo subcutâneo. As substâncias inibidoras de estrógenos segundo aquela invenção incluem, entre outros, inibidores de aromatase e inibidores de estrógenos. Como esta, existem outras patentes, inclusive brasileiras, sobre o mesmo tema.



Mediante tudo o que temos no arsenal científico, fica evidente que os produtos cosméticos são apenas auxiliares no tratamento desta afecção e que os estudos técnicos devem mostrar um futuro próspero com novos produtos dermatológicos e/ou endocrinológicos para o real tratamento da celulite, principalmente no que se refere a como fazer para a substância ativa chegar ao seu sítio de ação.



fonte: http://atencaofarmaceuticacontinuada.blogspot.com/

Cohosh-Azul - Caulophyllum thalictroides

O Cohosh-Azul (Caulophyllum thalictroides) é também conhecido como Blue Cohosh, Ginseng-Azul, Ginseng-Amarelo e Raiz-de-Mirtilo. Pertence a família das Berberidaceae.




Principais Usos do Cohosh-Azul: artrite, asma, dismenorréia, epilepsia, hipertensão, histeria, tensão pré-menstrual, reumatismo, espasmos.



Propriedades Medicinais do Cohosh-Azul: abortivo, anti-helmíntico, antiinflamatório, anti-reumático, antiespasmódico, diaforético, diurético, emenagogo, ocitócico, tônico uterino.



O Cohosh-Azul ajuda a tonificar o útero fraco e promove contrações regulares, facilitando o trabalho de parto. A raiz deve ser usada seca, pois a planta fresca pode causar dermatite. Deve ser evitado durante a gravidez até o último mês. O uso em excesso pode causar contrações espasmódicas e dores nas juntas. Pode elevar a pressão sanguínea e causar dores de cabeça e náuseas. Os frutos são tóxicos.



O Cohosh-azul era muito usado na ginecologia. Era usado como um agente anticoncepcional por americanos Nativos.

fonte: http://www.medicinaisplantas.com/

A dieta das 9 ervas



São nove plantas medicinais em um único chá. A receita, aliada a uma dieta equilibrada, ajuda a exterminar os quilinhos extras a jato. A funkeira Tatiana Gomes, da dupla A Princesa e o Plebeu, bebe um copo da infusão bem gelada antes das refeições e conta que perdeu quatro quilos em 11 dias.

— Foram cinco dias de shows no carnaval de Salvador. A gente acaba comendo mais um pouco, né? Depois da folia, voltei pra dieta, comecei a tomar o chá e já perdi os quilos que ganhei — conta Tatiana, de 28 anos. — Gosto do chá bem gelado. Bebo mais de quatro vezes por dia.

Elaborado pela cirurgiã plástica estética Patrícia de Barros, o chá pode ser feito em casa.

— É uma bebida natural, sem contraindicação — garante a médica. — Por nove meses, testei várias ervas e cheguei a esse chá, que pode ser tomado quente ou gelado. Ele é digestivo, inibe o apetite, ajuda a controlar o colesterol e elimina as toxinas.



Componente do chá inibe o apetite

Livre de contraindicação, infusão também ajuda a desinchar o corpo, porque tem ação diurética

O chá de nove ervas deve ser associado a uma alimentação equilibrada.

— Aliado a uma dieta de 1.200 calorias, o chá ajuda a pessoa a perder de 5% a 10% de massa em um mês — diz a médica Patrícia de Barros (3657-3282, 2433-7946).

Ela recomenda ainda que o chá seja tomado três vezes por dia, antes das refeições (confira os ingredientes e a receita no quadro ao lado).

— A pessoa pode beber três copos por dia ou até mais — diz Patrícia.

A médica dá dicas para tornar o chá mais saboroso:

— Basta espremer limão, juntar umas gotinhas do suco à bebida e colocá-la na geladeira.

Sensação de saciedade

A funkeira Tati diz que o chá a ajudou a desinchar, pelas propriedades diuréticas e de regulação do intestino. Ela também atesta que a bebida inibe o apetite.

— Sofro com o calor. Fico toda inchada. Mas depois que tomei o chá melhorei muito — diz Tati. — A bebida fica na geladeira. Toda hora estou tomando. Você bebe e se sente saciado.

Tatiana tem uma rotina apertada de shows nos fins de semana, mas não se esquece do chá nem durante as viagens. A funkeira leva com ela uma garrafa com a bebida quando se apresenta com Plebeu fora do Rio.

— Eu preparo o chá e levo para as viagens. Tento manter a rotina e tomar um copo antes das refeições, como faço em casa — conta Tati.

Receita do chá emagrecedor

Ingredientes

50 mg de centella asiática

80mg de melissa officinalis

100 mg de espinheira-santa

50mg de cássia

40 mg de alcaçuz

100mg de passiflora

80mg de boldo

50 mg de dente-de-leão

80 mg de urva ursi



Modo de fazer

Ferva três colheres de sopa da mistura para um litro de água. Coe. Acrescente gotas de limão (a gosto). Ponha o chá para gelar. Beba de três a quatro vezes por dia, antes das refeições.

fonte: http://extra.globo.com/saude/

Velho inimigo pode ajudar a evitar mal de Alzheimer, afirma cientista

Proteína A-beta pode ser parte das defesas do cérebro contra bactérias.
É ela que, acumulada em placas, destrói sinais entre conexões nervosas.

Precisamos do equivalente a uma estatina para o cérebro, de forma a reduzir o funcionamento da A-beta sem desligá-la"

Durante anos, uma teoria bastante popular dizia que um dos principais vilões no mal de Alzheimer não passava de um produto inútil, de que o cérebro nunca se livrou adequadamente. O material, uma proteína chamada beta-amiloide, ou A-beta, se acumula em duras placas que destroem os sinais entre conexões nervosas. Quando isso ocorre, as pessoas perdem a memória, sua personalidade se altera, e elas deixam de reconhecer amigos e familiares.

Porém, agora pesquisadores de Harvard sugerem que a proteína tem uma função real e inesperada – ela pode ser parte das defesas comuns do cérebro contra bactérias e micróbios invasores.
Os cientistas misturaram A-beta com micróbios, como estafilococos e pseudomonas. Ela matou 8 de 12

Outros pesquisadores de Alzheimer dizem que as descobertas, relatadas no periódico científico "PLoS One", são intrigantes, embora não esteja claro se levarão a novas formas de prevenir ou tratar a doença.
Amostras do cérebro de pacientes com Alzheimer eram 24% mais ativas em matar as bactérias

A nova hipótese surgiu em 2007, num laboratório da Faculdade de Medicina de Harvard. O principal pesquisador, Rudolph Tanzi, professor de neurologia que também dirige a unidade de genética e envelhecimento no Hospital Geral de Massachusetts, disse estar examinando uma lista de genes que, aparentemente, estavam associados ao Alzheimer.

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Para sua surpresa, muitos se pareciam com genes associados ao chamado sistema imunológico inato, um grupo de proteínas que o corpo utiliza para combater infecções. O sistema é particularmente importante no cérebro, pois anticorpos não conseguem atravessar a barreira hematoencefálica, a membrana que protege o cérebro. Quando o cérebro é infectado, ele depende do sistema imunológico inato para protegê-lo.

Naquela noite, Tanzi entrou na sala de um pesquisador mais novo, Robert Moir, e mencionou o que havia visto. Moir entregou uma planilha a Tanzi. Era uma comparação entre a A-beta e uma proteína bastante conhecida do sistema imunológico inato, a LL-37. As semelhanças eram excepcionais.

Entre outras coisas, assim como a A-beta, a LL-37 tende a se agrupar em minúsculas esferas rígidas. Em roedores, a proteína que corresponde à LL-37 protege contra infecções no cérebro. Pessoas que produzem níveis baixos de LL-37 sofrem maiores riscos de infecções graves e têm níveis mais altos de placas ateroscleróticas, crescimentos arteriais que impedem o fluxo sanguíneo.

Os cientistas mal podiam esperar para ver se a A-beta, como a LL-37, matava micróbios. Eles misturaram A-beta com micróbios que a LL-37 mata – listeria, estafilococos, pseudomonas. Ela matou 8 de 12.

“Fizemos os experimentos exatamente como eles foram feitos durante anos”, diz Tanzi. “A A-beta foi tão potente ou, em alguns casos, mais potente que a LL-37.”
Pacientes com Alzheimer têm cérebros inflamados, mas não estava claro se o acúmulo de A-beta era causa ou efeito da inflamação

Em seguida, os pesquisadores expuseram o fungo Candida albicans, uma das principais causas da meningite, a tecidos das regiões cerebrais do hipocampo de pessoas que haviam morrido de Alzheimer, e de pessoas da mesma idade que não tinham demência ao morrer.

Amostras do cérebro de pacientes com Alzheimer eram 24% mais ativas em matar as bactérias. Mas, se as amostras fossem previamente tratadas com um anticorpo que bloqueava a A-beta, elas não matavam o fungo com mais eficácia que o tecido cerebral de pessoas sem demência.

Sabe-se que pacientes com Alzheimer têm cérebros inflamados, mas não estava claro se o acúmulo de A-beta era causa ou efeito da inflamação. Talvez, explica Tanzi, os níveis de A-beta subam como resultado da reação do sistema imunológico inato à inflamação; pode ser uma forma de o cérebro reagir a uma infecção percebida.

Pesquisador tem um histórico de ideias incomuns sobre o mal de Alzheimer que acabam se mostrando corretas

Mas isso significa que a doença de Alzheimer é causada por uma reação excessivamente enérgica a uma infecção? Essa é uma razão plausível, junto a reações a ferimentos e inflamações e os efeitos de genes que causam níveis de A-beta mais altos que o normal, afirma Tanzi.

Entretanto, alguns pesquisadores dizem que nem todas as partes da hipótese do sistema imunológico inato A-beta se encaixam. Norman Relkin, diretor do programa de doenças da memória no hospital NewYork-Presbyterian/Weill Cornell, diz que embora a ideia seja “inquestionavelmente fascinante”, as evidências são “um pouco frágeis”.

Steven DeKosky, pesquisador de Alzheimer, vice-presidente e reitor da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, aponta que cientistas há muito buscam por evidências ligando infecções ao mal de Alzheimer – terminando geralmente de mãos vazias.

Contudo, se Tanzi estiver certo sobre a A-beta fazer parte do sistema imunológico inato, isso levantaria questões sobre a busca por tratamentos para eliminar a proteína do cérebro.

“Significa que você vai querer acertar a A-beta com um martelo”, diz Tanzi. “Isso nos diz que precisamos do equivalente a uma estatina para o cérebro, de forma a reduzir seu funcionamento sem desligá-la.” (Tanzi é co-fundador de duas empresas, Prana Biotechnology e Neurogenetic Pharmaceutical, que estão tentando enfraquecer a A-beta).

Relkin avalia que, mesmo que a A-beta não faça parte do sistema imunológico inato, não seria uma boa ideia removê-la completamente, junto às bolas duras de placas que ela forma no cérebro.

No passado, segundo Relkin, cientistas supuseram “que a patologia era a placa”. Hoje, ele compara a remoção das placas a desenterrar balas de um campo de batalha.

Quanto mais balas numa região, mais intensa foi a batalha. Mas “desenterrar balas não vai alterar o resultado da batalha”, explica. “A maioria de nós não acredita que remover placas do cérebro seja a solução final.”

Porém, outros cientistas não ligados à descoberta dizem estar impressionados com as novas informações. “Isso muda nossa maneira de pensar sobre Alzheimer”, afirma Eliezer Masliah, que chefia o laboratório de neuropatologia experimental da Universidade da Califórnia, câmpus de San Diego.

Masliah está intrigado com a ideia de que conglomerados de A-beta possam matar bactérias e neurônios pelo mesmo mecanismo. Ele lembra que Tanzi tem um histórico de ideias incomuns sobre o mal de Alzheimer que acabam se mostrando corretas. “Creio que ele esteja perto de algo importante”, conclui Masliah.
Proteína A-beta pode ser parte das defesas do cérebro contra bactérias.
É ela que, acumulada em placas, destrói sinais entre conexões nervosas.

Gina Kolata
Do ‘New York Times’


Precisamos do equivalente a uma estatina para o cérebro, de forma a reduzir o funcionamento da A-beta sem desligá-la"

Durante anos, uma teoria bastante popular dizia que um dos principais vilões no mal de Alzheimer não passava de um produto inútil, de que o cérebro nunca se livrou adequadamente. O material, uma proteína chamada beta-amiloide, ou A-beta, se acumula em duras placas que destroem os sinais entre conexões nervosas. Quando isso ocorre, as pessoas perdem a memória, sua personalidade se altera, e elas deixam de reconhecer amigos e familiares.

Porém, agora pesquisadores de Harvard sugerem que a proteína tem uma função real e inesperada – ela pode ser parte das defesas comuns do cérebro contra bactérias e micróbios invasores.
Os cientistas misturaram A-beta com micróbios, como estafilococos e pseudomonas. Ela matou 8 de 12

Outros pesquisadores de Alzheimer dizem que as descobertas, relatadas no periódico científico "PLoS One", são intrigantes, embora não esteja claro se levarão a novas formas de prevenir ou tratar a doença.
Amostras do cérebro de pacientes com Alzheimer eram 24% mais ativas em matar as bactérias

A nova hipótese surgiu em 2007, num laboratório da Faculdade de Medicina de Harvard. O principal pesquisador, Rudolph Tanzi, professor de neurologia que também dirige a unidade de genética e envelhecimento no Hospital Geral de Massachusetts, disse estar examinando uma lista de genes que, aparentemente, estavam associados ao Alzheimer.

Para sua surpresa, muitos se pareciam com genes associados ao chamado sistema imunológico inato, um grupo de proteínas que o corpo utiliza para combater infecções. O sistema é particularmente importante no cérebro, pois anticorpos não conseguem atravessar a barreira hematoencefálica, a membrana que protege o cérebro. Quando o cérebro é infectado, ele depende do sistema imunológico inato para protegê-lo.

Naquela noite, Tanzi entrou na sala de um pesquisador mais novo, Robert Moir, e mencionou o que havia visto. Moir entregou uma planilha a Tanzi. Era uma comparação entre a A-beta e uma proteína bastante conhecida do sistema imunológico inato, a LL-37. As semelhanças eram excepcionais.



Entre outras coisas, assim como a A-beta, a LL-37 tende a se agrupar em minúsculas esferas rígidas. Em roedores, a proteína que corresponde à LL-37 protege contra infecções no cérebro. Pessoas que produzem níveis baixos de LL-37 sofrem maiores riscos de infecções graves e têm níveis mais altos de placas ateroscleróticas, crescimentos arteriais que impedem o fluxo sanguíneo.

Os cientistas mal podiam esperar para ver se a A-beta, como a LL-37, matava micróbios. Eles misturaram A-beta com micróbios que a LL-37 mata – listeria, estafilococos, pseudomonas. Ela matou 8 de 12.

“Fizemos os experimentos exatamente como eles foram feitos durante anos”, diz Tanzi. “A A-beta foi tão potente ou, em alguns casos, mais potente que a LL-37.”
Pacientes com Alzheimer têm cérebros inflamados, mas não estava claro se o acúmulo de A-beta era causa ou efeito da inflamação

Em seguida, os pesquisadores expuseram o fungo Candida albicans, uma das principais causas da meningite, a tecidos das regiões cerebrais do hipocampo de pessoas que haviam morrido de Alzheimer, e de pessoas da mesma idade que não tinham demência ao morrer.

Amostras do cérebro de pacientes com Alzheimer eram 24% mais ativas em matar as bactérias. Mas, se as amostras fossem previamente tratadas com um anticorpo que bloqueava a A-beta, elas não matavam o fungo com mais eficácia que o tecido cerebral de pessoas sem demência.

Sabe-se que pacientes com Alzheimer têm cérebros inflamados, mas não estava claro se o acúmulo de A-beta era causa ou efeito da inflamação. Talvez, explica Tanzi, os níveis de A-beta subam como resultado da reação do sistema imunológico inato à inflamação; pode ser uma forma de o cérebro reagir a uma infecção percebida.

Pesquisador tem um histórico de ideias incomuns sobre o mal de Alzheimer que acabam se mostrando corretas

Mas isso significa que a doença de Alzheimer é causada por uma reação excessivamente enérgica a uma infecção? Essa é uma razão plausível, junto a reações a ferimentos e inflamações e os efeitos de genes que causam níveis de A-beta mais altos que o normal, afirma Tanzi.

Entretanto, alguns pesquisadores dizem que nem todas as partes da hipótese do sistema imunológico inato A-beta se encaixam. Norman Relkin, diretor do programa de doenças da memória no hospital NewYork-Presbyterian/Weill Cornell, diz que embora a ideia seja “inquestionavelmente fascinante”, as evidências são “um pouco frágeis”.

Steven DeKosky, pesquisador de Alzheimer, vice-presidente e reitor da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, aponta que cientistas há muito buscam por evidências ligando infecções ao mal de Alzheimer – terminando geralmente de mãos vazias.

Contudo, se Tanzi estiver certo sobre a A-beta fazer parte do sistema imunológico inato, isso levantaria questões sobre a busca por tratamentos para eliminar a proteína do cérebro.

“Significa que você vai querer acertar a A-beta com um martelo”, diz Tanzi. “Isso nos diz que precisamos do equivalente a uma estatina para o cérebro, de forma a reduzir seu funcionamento sem desligá-la.” (Tanzi é co-fundador de duas empresas, Prana Biotechnology e Neurogenetic Pharmaceutical, que estão tentando enfraquecer a A-beta).

Relkin avalia que, mesmo que a A-beta não faça parte do sistema imunológico inato, não seria uma boa ideia removê-la completamente, junto às bolas duras de placas que ela forma no cérebro.

No passado, segundo Relkin, cientistas supuseram “que a patologia era a placa”. Hoje, ele compara a remoção das placas a desenterrar balas de um campo de batalha.

Quanto mais balas numa região, mais intensa foi a batalha. Mas “desenterrar balas não vai alterar o resultado da batalha”, explica. “A maioria de nós não acredita que remover placas do cérebro seja a solução final.”

Porém, outros cientistas não ligados à descoberta dizem estar impressionados com as novas informações. “Isso muda nossa maneira de pensar sobre Alzheimer”, afirma Eliezer Masliah, que chefia o laboratório de neuropatologia experimental da Universidade da Califórnia, câmpus de San Diego.

Masliah está intrigado com a ideia de que conglomerados de A-beta possam matar bactérias e neurônios pelo mesmo mecanismo. Ele lembra que Tanzi tem um histórico de ideias incomuns sobre o mal de Alzheimer que acabam se mostrando corretas. “Creio que ele esteja perto de algo importante”, conclui Masliah.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

Nova dieta da proteína promete um emagrecimento com mais saúde

RIO - A controvertida dieta da proteína (ou dieta Atkins) está repaginada e vem conquistando novos adeptos nos Estados Unidos. Os responsáveis são três médicos americanos, que avaliaram mais de 150 estudos sobre alimentação e emagrecimento e criaram uma versão, mais fácil e mais saudável, da famosa dieta da proteína. O plano alimentar descrito no livro "The New Atkins for a New You!", lançado este mês nos Estados Unidos ainda é difícil de seguir, principalmente para os amantes de pães e doces, mas pelo menos ficou mais saudável. As mudanças no cardápio também ajudam a minimizar os efeitos colaterais da dieta, entre eles as dores de cabeça, a fraqueza e a constipação.


A principal mudança no cardápio é a quantidade de carne consumida diariamente. Sai de cena a antiga recomendação de encher o prato de bife, frango ou peixe. Agora, em cada refeição, é permitida apenas uma pequena porção destes alimentos, que vai variar de acordo com seu tamanho e sexo. Mulheres, por exemplo, só poderão comer 340 gramas de carne (ou dois filés pequenos) por dia. A outra diferença é que nesta versão da dieta valem algumas frutas, como o morango e a framboesa, e até mesmo o pão. Para os autores, é possível perder até 7 quilos em um mês de dieta.
E você, já fez a dieta da proteína? Vote!

O grande problema da dieta da proteína - ou qualquer dieta que exclui um grupo alimentar - é o efeito sanfona. Para contornar o eterno emagrece e engorda, o plano alimentar ficou mais flexível. Diminuir drasticamente a ingestão de carboidratos e açúcar ainda é a principal recomendação, mas os vegetais passam a ser permitidos desde o primeiro dia, e o plano tem agora uma versão vegetariana. Nozes, grão de bico, feijão e lentilhas ficam liberados a partir da segunda semana. Depois que o paciente perde um número específico de quilos (que vai depender do quanto ele quer emagrecer), voltam ao cardápio os pães e a massa. O café, que era proibido na primeira versão da Atkins, pode ser consumido com moderação.

Suco de frutas, refrigerantes, alimentos com farinha branca ou açúcar (pão, biscoitos, macarrão e doces), alimentos diet ou light, chicletes e até balas diet estão fora da dieta, assim como qualquer alimento com gordura hidrogenada ou trans.

http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/03/23/nova-dieta-da-proteina-promete-um-emagrecimento-com-mais-saude-916148782.asp

Suplementos alimentares

Os principais são:

Sport Drink: possuem basicamente três funções: repor a água perdida durante o exercício pela sudorese, fornecer substratos energéticos para a realização do exercício e repor os eletrólitos perdidos juntamente com a água. Contêm a combinação de: eletrólitos (potássio, magnésio, cálcio, sódio); vitaminas C e E e algumas outras substâncias envolvidas na produção de energia (carnitina, inosina e o cromo).

Multivitamínicos: são complexos vitamínicos-minerais que possuem a capacidade de suprir as necessidades de micronutrientes quando a dieta das pessoas não é capaz. Muitas vitaminas e minerais são considerados nutrientes “essenciais”. Servem de base para funções cerebrais, contração muscular, balanço de fluído e produção de energia.

Whey Protein: o suplemento de Whey Protein ou proteína do soro do leite é utilizado quando há como objetivo o ganho de massa muscular, hipertrofia ou ainda para manutenção da massa magra. É muito adequado para situações de estresses metabólicos, nos quais a reposição no organismo se torna emergencial. Deve ser ingerido em horário próximo aos treinos.

Glutamina: além de ser um aminoácido de importante função como nutriente (energético) às células imunológicas, a glutamina contribui com a função anabólica ao promover o crescimento muscular.

BCAA: apesar destes aminoácidos não serem considerados a principal fonte de energia para o processo de contração muscular, sabe-se que atuam como importante fonte de energia muscular durante o estresse metabólico. Sugeridos também para retardar a ocorrência de fadiga central, aumentar o rendimento esportivo, poupar os estoques de glicogênio muscular e aumentar os níveis plasmáticos de glutamina após o exercício intenso.

http://www.rodolphoarruda.pro.br/2010/04/suplementos-alimentares.html

Suplementação: Caseina antes de dormir

Uma da melhores opções de proteína time-release na suplementação, é a caseína, indicada para tomar antes de dormir, dando suporte protéico durante todo o sono, evitando o catabolismo e contribuindo para o crescimento muscular.

Sua digestão pode demorar mais do que o dobro do tempo para ocorrer à síntese protéica e absorção dos aminoácidos essenciais pelo organismo do que o Whey Protein, por exemplo, proteína que estamos acostumados a consumir depois do treino e caracterizada pela sua rápida absorção. More »« Less
Enquanto a Whey pode se manter ativa até 3 horas, a caseína pode alcançar até 7 horas de ação, e isso se deve porque a caseína é sensível ao pH no ambiente acido do estômago, fazendo com que sua absorção seja gradativa e prolongando a liberação dos aminoácidos na corrente sanguínea.
A caseína representa 80% das proteínas do leite, e além de consumirmos ela através do leite, também pode ser encontrada em seus derivados como os queijos, iogurtes…
A caseína tem um conteúdo de glutamina muito alto em torno de 20,5%. Valor mais alto que whey, soja e ovo. Concentrações altas desse amino, especialmente na forma de peptídeos encontrados na caseína, podem ajudar muito o músculo durante o treinamento intenso e durante fase de dietas.
A caseína pode ajudar a regular o tempo de trânsito de proteínas pelo intestino porque tende a formar um “gel”. Isto reduz a velocidade de passagem e pode ajudar na absorção de aminoácidos, peptídeos e proteínas inteiras pela parede intestinal devido a uma exposição estendida. Maior absorção de proteínas ajuda os atletas a suprir suas necessidades diárias de aminoácidos.

A caseína poderia ser classificada como a proteína mais excitante devido a sua relação de Tirosina para Triptofano de quase 5:1. A tirosina é o aminioácido precursor dos neurotransmissores de excitação no cérebro enquanto que o triptofano é de relaxamento; considerando isto a caseína pode estimular para as sessões de treinamento.
A caseína também possui um nível muito bom de aminos glucogênicos incluindo treonina, glutamina e arginina. Os aminos glucogênicos se doam para a produção de glicose e energia durante o exercício e demonstram um benéfico efeito anti-catabólico no músculo.
fontes planetbuscas, musclegaintruth.us, perfilanabolico.com,pontociencia.org

A GANJA E OS RASTAS

Um dos primeiros aspectos que que vem à mente quando as pessoas falam sobre Rastafari é que eles fumam a ganja (Cannabis Sativa,Cannabis Indica). Ganja ou marijuana, cannabis,kaya,kalli,sensemilla,lambsbread,weed of wisdom, é uma erva medicinal milenar usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados.Um cálculo aproximado atribui á Jamaica o maior consumo de cannabis de todos países ocidentais e talvez mesmo de todo o mundo.Cada cidade e aldeia jamaicana possui os seus ´´herbsman´´ ou ´´bushmen´´,pequenos agricultores que cultivam juntamente com outras colheitas,entre duzentos e quatrocentos pés de ganja,que rendem cerca de um quilo por planta. Estudos particulares e governamentais revelam que 60% ou 70 % da população fuma,bebe,come ou consome a ganja de qualquer maneira.O chá de ganja é preparado em toda a ilha e é o principal remédio popular,sendo receitada para casos de glaucoma,asma,reumatismo,tuberculose,insônia e principalmente impotência masculina.Entre os Rastas,para quem ela é um elemento religioso importante,o seu consumo é ritual,mas alguns Rastas escolhem não a usar.Porém grande parte dos grandes artistas do reggae usaram ou usam a ganja e defendem seu uso,citando por exemplo Bob Marley,Peter Tosh,Bunny Wailer,Culture,U-Roy,I-Roy,Gregory Isaacs e Dennis Brown. Muitos sustentam o seu uso através de Génesis 1:29: ´´E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento´´(nesse caso,do espírito).Fumar ganja para um Rasta é uma experiência especial. Eles usam a erva para a iluminação da mente para que eles possam corretamente argumentar sobre as coisas do mundo.O Rasta chama este ritual de secção de arrazoamento, onde eles fumam a ganja em spliffs (cigarros) ou chalices (grandes cachimbos de água,espécie de narguilé feito artesanalmente de côco e chifre de cabra) para os rituais de Nyabinghi. A Cannabis é sempre usada de maneira cerimonial. Antes de fumar a erva sagrada o Rasta fará uma prece para Jah Rastafari ou Haile Selassie I. Uma secção de Nya é muito diferente do jeito casual que o ocidental fuma a erva. O ocidental fuma para puro entretenimento,os rastas por sacramento,por causa da religião. Sempre um Rasta rezará para Jah antes de fumar a Planta Ritual.
Usualmente o ato de fumá-la (em cigarros ou chalices) é que vem precedido e acompanhado por orações e evocações das palavras “Jah, Rastafari, Selassie I” repetidas por todos os fiéis, conferindo assim um caráter sacramental ao ato...
Desafortunadamente para o Rasta, fumar a ganja se tornou um de seus piores problemas.
Isto é pelo fato de que fumar a erva é proibido em praticamente o mundo todo, com exceção de alguns países. Por toda a Terra existe Rastafaris constantemente nos tribunais lutando pela descriminalização da Planta Sagrada para uso Religioso.
Em todos os casos em que um Rasta foi aos tribunais para lutar pelo uso religioso eles perderam. Os países que os Rasta já tentaram lutar pelo uso religioso da Ganja são: Inglaterra, Estados Unidos, África do Sul, Jamaica, entre muitos. Muitos Rastas ao redor do mundo acabaram na cadeia por fumar a Planta Sagrada.
O uso Rasta da Maconha vem do início do Rastararismo ou Garveysmo na Jamaica. Em 1941 um dos primeiros pregadores do Rastafari, Leonard P. Howell, assentou uma comunidade de 1600 Rastas. Esta Comunidade foi chamada Pinnacle. Em Pinnacle, Howell plantou a Cannabis como agricultura sustentável. Foi neste momento que os Rastas descobriram as propriedades da Ganja, como os Jamaicanos chamam a planta. Usaram-na como alimento, remédio, vestimento e que era um canalizador no processo de Arrazoamento. Os Rastas, que sempre foram tenazes leitores das Escrituras Sagradas foram fundo na Bíblia e encontraram muitas referências de uso da Planta Sagrada.
Desta maneira a “Ganja” foi incorporada na Cultura Rastafari, que incluem o uso sacramentado da erva.Uma das frases mais usadas pelos rastafaris para designar a cannabis é chamá-la de “a cura das nações” . Se o rastafarianismo é essencialmente um movimento religioso de protesto - desde sua origem com Marcus Garvey, que rejeitou a dominação branca - fumar a ganja é também protestar e rejeitar as leis de uma hegemonia colonialista, que proíbe legalmente o uso da cannabis. Esta é também uma marca simbólica de sua identidade.
A forma herbácea da marijuana consiste de flores femininas maturas e nas folhas que subtendem das plantas pistiladas (femininas). A forma resinosa, conhecida como haxixe,consiste fundamentalmente de tricomas glandulares coletados do mesmo material vegetal.
As folhas são finamente recortadas em segmentos lineares; as flores, unissexuais e inconspícuas, têm pêlos granulosos que, nas femininas, segregam uma resina; o caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo; e a resina tem propriedades psicoativas bem documentadas podendo atuar como analgésico, anódino, antiemético, antiespasmódico, calmante do sistema nervoso, embriagador, estomático, narcótico, sedativo, tônico. .
O principal composto químico psicoativo presente na cânabis é o Δ9-tetrahidrocanabinol (delta-9-tetrahidrocanabinol), comumente conhecido como THC ,cuja concentração média é de até 8%, mas algumas variedades da erva (cruzamentos entre a espécie Cannabis sativa e a Cannabis indica) comumente conhecidas como skunk produzem recordes na marca de 33% de THC..
Os adeptos do rastafarianismo militam contra um modelo de vida ocidental e utilizam a ganja como bandeira místico-religiosa e política. Os rastas também correlacionam o consumo da cannabis com outros aspectos da vida social rastafari.
Em um nível operacional, da forma como é usada, a cannabis coloca os rastafaris de uma mesma comunidade unidos em torno da ganja, para discutirem seus problemas em comum e procurarem as melhores soluções. A natureza altamente ritualizada da ganja comumente ajuda os rastafaris a afirmarem os aspectos positivos do que é “ser um rasta”, especialmente quando eles afirmam estar vivendo em um sistema político injusto e perseguidor. Neste caso, a ganja adquire um valor simbólico de grande peso, torna-se um elo de sociabilidade e um signo da identidade do grupo em contraposição ao “sistema Babilônico”.
O fato de uma dada coletividade utilizar um psicoativo, neste caso a cannabis, atribuindo um determinado sentido contextual e um valor cultural para seu uso, elimina a classificação do grupo como portador de comportamento desviante, considerando os valores do próprio grupo. O estudo etnográfico dos rastafaris nos revela que entre eles, o consumo dessa substância é uma das normas sociais vigentes e está longe de ser um fator patológico. Engloba todas as atividades sociais e é condição sui generis para sua perpetuação“Ganja é um sacramento espiritual que eleva a alma para Rastafari-I, para que possamos ver a Verdade que o altíssimo nos revela o tempo todo...Para concluir, nem todos que usam essa planta são rastafaris, como se sabe alguns usam sem propósito ou com má intenção. Igualmente, nem todos os rastas usam a ganja. Mas eu concordo que esse é um critério para conhecer um rasta. Para ser rasta não precisa usar, mas todos os rastas apreciam seu uso”.....
A ganja é fartamente usada pelos maiores artistas do reggae,tanto em suas composições,servindo de inspiração para as letras ou a composição das capas e contra-capas dos discos,chegando a causar alguma polêmica..
Tornaram-se célebres por exemplo as a contracapa do disco ´´Kaya´´ de Bob Marley,as capas dos Lps de Peter Tosh ´´Legalize It´´,Culture ´´International Herb´´,U-Roy ´´Dread in a Babylon´´,Gregory Isaacs ´´Willow Tree´´ e muitas outras..

http://reggaespotlights.blogspot.com/2010/04/ganja-e-os-rastas.html

Exilado em SP, Terena de Dourados quer ser deputado para defender os interesses dos indígenas de MS

Nicanor Coelho, de Dourados



Rubens Mamedi aos sessenta e três anos de idade quer realizar seu mais antigo sonho. Pretende ser deputado federal para defender os interesses dos indígenas de Mato Grosso do Sul. O primeiro passo foi dado. Está filiado ao Partido Democrático Trabalhista. O interessante de tudo isso é que Mamedi há trinta anos está exilado na cidade de Poá em São Paulo onde se casou com uma pernambucana que lhe deu dois filhos.

Índio Terena, Mamedi nasceu na Aldeia Bananal. Como homem Pantaneiro,o Terena sabe da importância da água e da preservação do meio ambiente que também serão suas bandeiras de lutas quando chegar ao Congresso Nacional.

Ainda pequeno Mamedi mudou-se com toda a família para a Aldeia Jaguapiru em Dourados onde passou toda a sua adolescência. O desejo de Rubens era buscar novos horizontes. A aldeia douradense, pura mata, ficou pequena demais para os seus sonhos. Soube da existência de uma grande metrópole. Foi para São Paulo. Conheceu o amor e fixou residência em Poá.

A distância da sua aldeia em Dourados e a saudade dos pais e dos dez irmãos forjaram um novo homem em Rubens que passou a lutar pela causa indígena. Já foi candidato a vereador e agora como pré-candidato a deputado federal pelo PDT quer aprovar seu nome na convenção do partido. Mamedi pelo menos duas vezes por ano volta a Dourados para conviver com seus familiares e lembrá-los que continua Terena mesmo morando na "Selva de Pedra.

Rubens já fez de tudo em São Paulo. Para sobreviver e garantir o sustento da família sempre foi um multi-profissional. Fui eletricista e "biscateiro". Rubens mesmo não tendo concluido o curso de Técnico Agrícola tem nas veias o sangue da terra vermelha de Dourados. Gosta de plantar, de colher e de vender o fruto da terra.

O conhecimento adquirido nas aldeias de Mato Grosso do Sul fez de Rubens um homem sapiente. Hoje trabalha com ervas medicinais. Como Doutor das Plantas, Mamedi é o centro das atenções. Ensina a cura de vários malefícios da carne e da alma. Quer agora, para concluir sua passagem pela terra, chegar no Palácio do Planalto. Rubens afirmou que recentemente esteve com o ministro do Trabalho, Carlos Luppi, presidente nacional do seu partido.

"Está tudo garantido. Sou pré-candidato e meu nome será aprovado", disse com extrema felicidade nos olhos. E para aqueles que acham estranho um índio Terena ter um sobrenome característico do povo Árabe o próprio Rubens explicar: "Meu avô era um peão das fazendas pantaneiras. Durante muitos anos trabalhou na propriedade de um turno e como ele tinha apenas o nome indígena, o fazendeiro registrou-o com o seu sobronome. A partir daí tornamo-nos a família Mamedi".

Em 1989, Rubens Mamedi foi o cicerone de Fernando Collor de Mello à Reserva Indígena de Dourados. O Terena também esteve com Lula durante a "Cavarana da Cidadania" e tal como João Alves de Moura o "beijoqueiro" consegue com extrema facilidade adejar aos mais impossíveis reconditos da política com sua asúcia.

Brasileiro bebe muito a cada vez, diz estudo

Pesquisa mostra que o padrão de consumo de álcool no País favorece a dependência

Karina Toledo, O Estado de S.Paulo

Pelo menos uma vez por semana a publicitária Leila (nome fictício), de 35 anos, "enche a lata". Já o atendente de telemarketing Ricardo (nome fictício), de 25 anos, conta que prefere nem beber durante a semana para não ter problemas para trabalhar no dia seguinte. "Eu sei que, se eu tomar uma lata de cerveja, vou tomar duas, três e por aí vai." Nem Leila nem Ricardo podem ser considerados dependentes de álcool. Mas ambos seguem um padrão de consumo que é típico do brasileiro: o "binge drinking" ou "beber pesado episódico" (mais de cinco doses para homens e quatro para mulheres em uma ocasião).

"Em vez de beber todos os dias, moderadamente, às refeições, como os europeus, os brasileiros bebem tudo de uma vez no fim de semana. É um padrão prejudicial, pois aumenta o risco de dependência e deixa a pessoa mais sujeita a intoxicação e comportamento de risco, como sexo desprotegido, abuso de nicotina e dirigir embriagado", afirma a pesquisadora do Instituto de Psiquiatria da USP Camilla Magalhães Silveira.

Camilla coordenou, no Brasil, parte de uma investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS) realizada em 28 países com o intuito de medir a prevalência de transtornos mentais na população. Mais de 5 mil pessoas participaram da pesquisa na região metropolitana de São Paulo, escolhida para representar o País.

Os dados obtidos revelam que, enquanto o consumo per capita anual de bebida alcoólica na França é de 18 litros por pessoa, no Brasil ele está abaixo de 8 litros. No entanto, a taxa de abuso e dependência aqui é de 4%, enquanto entre os franceses é de apenas 0,8%.

"A OMS tem uma escala que vai de 1 a 4 e mostra o quanto é prejudicial o consumo em cada País. O Brasil recebeu nota 4, a de maior gravidade. Já os europeus têm um padrão de consumo protetor, que até faz bem à saúde", explica.

O estudo revelou ainda que 86% dos entrevistados haviam consumido ao menos 1 dose de bebida alcoólica na vida, e 56,2% consomem regularmente (pelo menos 12 doses em 12 meses). A taxa de dependência foi de 3,3% e a de abuso, de 9,4%.

"Ainda que os abusadores não sejam a maioria no País, o impacto na saúde é grande. Isso resulta em acidentes de trânsito, em violência física e verbal e prejudica o rendimento no trabalho e no estudo", afirma Arthur Guerra, um dos maiores especialistas do País no tratamento de dependentes de álcool e drogas.

"Não sei ao certo o quanto bebo, pois há sempre mais pessoas na mesa. Só sei que no fim da noite há pelo menos 20 garrafas de cerveja amontoadas ao lado", diz Ricardo. "Além disso, em festa, extrapolo mesmo."

Fora de casa. Outro levantamento recente, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Unifesp, aponta que quase metade da população é abstêmia – e que, quem bebe, bebe muito. "Cerca de 25% disseram beber pouco e ocasionalmente. Os outros 25% são responsáveis por consumir 80% do álcool ingerido no País", diz Ronaldo Laranjeira, responsável pela pesquisa.

Para o psiquiatra, esse padrão está relacionado a um consumo não domiciliar. "O consumo é principalmente social, fora de casa e, por isso, a tendência é que seja maior", analisa. Para ele, essa cultura é preocupante não só porque leva os jovens ao consumo excessivo, mas também porque os leva a beber longe do controle familiar.

A proibição da propaganda de bebidas alcoólicas e uma fiscalização que de fato coíba a venda a menores de idade são as medidas apontadas por Laranjeira para reverter o quadro. "Não podemos deixar que a educação de nossos filhos para o álcool seja feita pela indústria de bebida."

O descendente de italianos Francisco Villano, de 93 anos, foge do padrão brasileiro de consumo alcoólico. Desde a juventude, adquiriu o hábito de tomar, todos os dias, uma taça de vinho no almoço e outra no jantar. "Deve ser por isso que estou bem de saúde", diz Villano, que há 81 anos trabalha como barbeiro.

Quem bebe mais


Os campeões

No topo da lista dos países que mais consomem bebidas alcoólicas por pessoa ao ano, estão países como Rússia, Ucrânia, Letônia, Lituânia. As bebidas destiladas são as preferidas.

Os moderados

Países europeus, como França, Itália, Espanha, Suíça e Portugal, registram um consumo per capita alto de álcool. No entanto, o consumo é diferente: uma ou duas doses, todos os dias, o que traz menos riscos.

Americanos

Nos Estados Unidos, o consumo de álcool é mediano.

Musculação. Adolescente pode malhar, mas com limite

Sonho de nove em cada dez adolescentes, o corpo sarado é uma busca cada vez mais frequente entre quem não pode nem deve carregar peso em excesso. Mesmo assim, eles lotam as academias. O que fazer, então, para garantir que a malhação não se transforme em um prejuízo para o desenvolvimento dos jovens?

O personal trainer Bruno Viguini explica que nem todo adolescente pode ter uma rotina de exercícios frequente, como fazem os adultos. “Eles precisam passar por uma avaliação física séria, que leve em consideração, também, a alimentação, a rotina e a postura corporal que possuem”, diz.

O ideal é que os meninos frequentem as academias apenas após os 13 anos, e as meninas, depois da primeira menstruação. Antes disso, apenas esportes e atividades físicas não-competitivas devem ser praticadas. “A contração dos músculos nos exercícios repetitivos e que são feitos com o uso de pesos pode prejudicar o crescimento do jovem, que ainda não possui a estrutura óssea completamente formada”, explica.

Corpo perfeito
Pouco preocupados com isso, o que eles querem mesmo é ter o corpo perfeito, diz Bruno. “Cada vez mais a aceitação dos adolescentes no grupo de amigos passa pela questão do corpo. E eles querem tudo para ontem. Se começam a frequentar a academia de manhã, querem ter músculos à tarde”, diz.

Mas a preocupação com a rapidez é desnecessária, porque, graças aos hormônios nessa fase, as mudanças no corpo acontecem rapidamente. Mesmo assim, o uso de suplementos alimentares também acontece com frequência. “Os professores ficam sempre de olho para perceber a rapidez das transformações. Quando algo foge do padrão, é hora de perguntar ao aluno, porque, ao invés de ajudar, os suplementos errados ou tomados de forma incorreta podem atrapalhar”, afirma.

“Com exercícios, tudo mudou”, diz estudante
Há um ano e meio, o estudante Vitor de Assis, 15 anos, decidiu entrar na academia, com o apoio e incentivo dos pais. O motivo ele não esconde. “Queria ter um corpo legal, porque eu era muito magro e sei que as meninas não gostam disso. Agora tudo mudou, e eu estou até namorando”, conta. Como a maioria dos adolescentes, ele diz que queria ser aceito pelos colegas e se preocupava em ser bem visto. Ele malha cinco dias na semana e passa até duas horas na academia, entre exercícios e bate-papo com os amigos. “Às vezes rola disputa de peso, mas quando o professor chega perto a gente para. Eu tomo muito cuidado, mas tenho amigos que já tiveram lesões sérias e tiveram que ficar afastados da academia por um tempo”, confessa. Além de malhar, Vitor também toma suplementos alimentares, receitados por uma nutricionista, tudo para manter o músculos conquistados.

Malhação sem riscos

Início
O ideal é que os meninos comecem a malhar depois dos 13 anos; e as meninas, depois da primeira menstruação

Orientação
Os exercícios devem ser avaliados por um profissional de Educação Física, sempre com acompanhamento dos pais ou responsáveis

Peso
É comum que os adolescentes queiram resultados rápidos, mas o ideal é começar os exercícios com pouco peso. Disputar com os colegas para saber quem aguenta mais não é nada bom para o corpo

Motivação
Entre as principais motivações dos adolescentes para malhar está a necessidade de ter um corpo bonito. As meninas querem menos barriga e mais bumbum. Já os meninos querem braços musculosos

Tempo
O tempo de permanência nos exercícios da academia nunca deve ser maior do que uma hora e 30 minutos

Suplementos
Também é comum que os meninos, principalmente, queiram fazer uso de suplementos alimentares, para ter resultados mais rápidos. Mas é preciso fazê-los apenas com indicação de nutricionista. O uso incorreto pode trazer problemas de saúde, como excesso de gordura e até mesmo hipertensão arterial

Resultados
Normalmente, os resultados dos exercícios em adolescentes aparecem em até 90 dias. Não há motivo para pressa, porque a quantidade alta e a ação dos hormônios nessa fase ajudam, naturalmente, a modificar o corpo

Riscos
O excesso de exercícios na adolescência ou antes da idade indicada pode causar lesões sérias nos músculos e atrapalhar o crescimento. Os ossos, nessa fase, ainda estão em formação e não podem receber excesso de peso e de pressão


Fonte: A Gazeta
Autor: Priscilla Thompson

Gorduras Saturadas

Embora algumas gorduras façam falta ao nosso organismo, as gorduras Saturadas são nossivas assim como outras gorduras não saturadas para o nosso organismo.

Os puristas da desintoxicação afirmam que a carne vermelha é uma toxina, por ser difícil de digerir pelo organismo e por favorecer assim a acumulação de toxinas no cólon. Chegaram mesmo a afirmar que cerca de 2,5-4,5 kg do nosso peso total poderá ser carne putrefacta depositada no cólon. Até ao momento, isso não foi ainda cientificamente provado, o que não significa que não seja uma boa razão para cortarmos a carne vermelha da dieta.

O que é verdade, porém, é que muita carne vermelha (assim como grande quantidade de outros alimentos, como os lacticínios gordos, a margarina e a manteiga, os bolos, as bolachas e outros produtos de pastelaria) tem uma elevada percentagem de gorduras saturadas. Estas são bastante prejudiciais para o nosso organismo, pois as gorduras que se encontram nos alimentos necessitam de ser processadas pelo fígado e enquanto este estiver encarregado do processo, não poderá expulsar as verdadeiras toxinas, como os pesticidas, por exemplo. Além disso, as gorduras saturadas e outras gorduras nocivas, como as gorduras transformadas e as hidrogenadas, fazem aumentar o nível dos radicais livres no organismo. Todavia, mesmo levando tudo isto em consideração, nem todas as gorduras são nocivas como por exemplo Omega 3, Omega 6, Omega 9, etc – a própria American Heart Assoclation diz que um consumo diário máximo de 20 g de gorduras saturadas não é prejudicial para o organismo.

Matéria - The Chef, Alimentos Diet e Light

Informações nutricionais em rótulos e embalagens

O regulamento técnico referente à informação nutricional complementar foi estabelecido pela Portaria 27/98 do Ministério da Saúde. A informação nutricional complementar é qualquer representação que afirme ou sugira que um alimento possui uma ou mais propriedades nutricionais particulares quanto ao valor energético e ao conteúdo de proteínas, gorduras, carboidratos, fibras, vitaminas e minerais.
A orientação não pode estar formulada de maneira que leve a erro ou engano do consumidor. Informações como "Isento de açúcar", "Sem sódio" ou "Teor reduzido de gorduras" precisam estar dispostas de forma clara.

Devem constar do rótulo dos alimentos diet:
• alerta para diabéticos quando contiverem glicose, frutose ou sacarose
• quando houver adição de aspartame: "Contém fenilalanina"
• em todos: "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico"

Declarações nos rótulos e embalagens de alimento sobre:
CALORIAS
Baixo ou light
Máximo de 40 kcal/100g ou 20kcal/100ml.
Reduzido
No mínimo 25% de calorias a menos do que o alimento de referência e diferença maior que 40kcal/100g ou 20kcal/100ml. AÇÚCAR
Baixo ou light

Máximo de 5g de açúcar em 100g ou 100ml e máximo de 40kcal/100g ou 20kcal/100ml.
Sem adição de açúcar
Quando não foram adicionados açúcares durante a produção ou a embalagem. Se o alimento não for baixo ou reduzido em calorias, usar a frase: "Este não é um alimento com valor energético reduzido".

GORDURAS TOTAIS

Baixo ou light
Máximo de 3g de gordura em 100g ou 1,5g de gordura em 100ml.
Reduzido
No mínimo 25% a menos de gordura do que o alimento de referência. A diferença deve ser maior que 3g de gordura em 100g ou 1,5g em 100ml.

GORDURAS SATURADAS

Baixo ou light
Máximo de 1,5g de gordura saturada em 100g ou 0,75g em 100ml. A energia fornecida por gordura deve ser no máximo 10% do valor energético.
Reduzido
No mínimo 25% a menos de colesterol que o alimento de referência. A diferença deve ser maior que 1,5g/100g ou 0,75g/100ml.

COLESTEROL

Baixo ou light
Máximo de 20mg de colesterol em 100g ou 10mg de colesterol em 100ml e máximo de 1,5g de gordura saturada em 100 ou 0,75 em 100ml. A energia fornecida por gordura saturada deve ser, no máximo, 10% do valor energético.
Reduzido
No mínimo 25% a menos de colesterol que o alimento de referência. A diferença deve ser maior que 20mg colesterol/100g ou 10mg de colesterol em 100ml.

Alimentos diet e light: mitos e verdades

Apesar do aumento nas vendas, a população desconhece as características dos alimentos light e diet.
Neste mês em que são comemorados o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro) e a Semana da Alimentação (16 a 22), o Especial Cidadania trata de produtos diet e light, cada vez mais consumidos pelos brasileiros.

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos, para Fins Especiais e Suplementos Alimentares (Abiadsa) e pelo Instituto Brasileiro de Educação para o Consumo de Alimentos e Congêneres (IBCA) mostra que esses aprodutos são consumidos em cerca de 35% dos domicílios do país. Em dez anos, os negócios com alimentos diet e light cresceram 800% no país. Apesar disso, a Abiadsa revela que há grande desconhecimento sobre os produtos. Apenas 8% dos entrevistados acertaram o conceito de diet e ninguém o de light.

É equivocada a idéia de que os produtos diet são apenas aqueles sem açúcar, e os light os que têm menos calorias. E há muitas dúvidas sobre os benefícios de cada um. Diabéticos, hipertensos, pessoas com nível de colesterol alto ou com excesso de peso podem consumir o mesmo alimento ou bebida diet ou light? Nem sempre, e por isso é importante conversar com um médico ou um nutricionista sobre a dieta ideal para cada finalidade.

Conheça a diferença entre light e diet

Alimento diet
A Portaria 29/98 do Ministério da Saúde estabelece o regulamento técnico para fixação de identidade e qualidade de alimentos para fins especiais.
O termo diet pode ser usado:
1. nos alimentos para dietas com restrição de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio, e em geral são próprios para públicos específicos, como diabéticos, celíacos ou hipertensos);
2. nos alimentos para dietas com ingestão controlada de calorias (para manutenção, perda ou aumento de peso ou controle de açúcares).
Os alimentos para dietas controladas não podem ter a adição de nutriente, mas podem contê-lo naturalmente. Por exemplo, em uma geléia de frutas diet, para quem faz uma dieta com ingestão controlada de açúcar, é permitida a existência do açúcar natural do alimento, a frutose.


Os alimentos restritos em carboidratos (como pão ou chocolate diet) ou gorduras (iogurte desnatado, por exemplo) podem conter, no máximo, a adição de 0,5g do nutriente por 100g do produto. Já os alimentos restritos em proteínas devem ser totalmente isentos. Sendo assim, pode-se definir alimento diet como o produto isento ou praticamente isento de um nutriente específico.

Alimento light
A definição de alimento light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou em calorias, se comparado com o alimento convencional.
Para que ocorra a redução de calorias é necessário que haja a diminuição no teor de algum nutriente energético (carboidrato, gordura ou proteína). Assim, a redução de um nutriente não energético (por exemplo, de sódio no sal light) não interfere na quantidade de calorias do alimento.

Bebidas
De acordo com a Instrução Normativa 29/99 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, bebida dietética (diet) é a que possui teor de açúcar menor que 0,5g/100ml, mas esse limite pode ser maior nos refrigerantes dietéticos quando proveniente da adição de suco de fruta. Já bebida de baixa caloria (light) é aquela cujo conteúdo de açúcares é substituído por edulcorante natural ou artificial e cujo teor calórico não ultrapassa 20kcal/100ml.

Dicas para o consumo de alimentos modificados
Para evitar confusão, é importante ler os rótulos dos produtos light e diet e compará-los com o alimento convencional, para verificar se eles atendem às necessidades e objetivos de quem vai consumi-los.
O produto diet que não contém açúcar ou gordura pode ter grande quantidade de carboidrato na sua composição. Os pães diet, por exemplo, contêm farinha, rica em carboidrato.

Nem todos os alimentos diet apresentam diminuição significativa na quantidade de calorias. Isso vai depender do nutriente que foi retirado e do que o substituiu. Por exemplo, o chocolate diet pode ser consumido por quem tem intolerância ou restrição ao açúcar, como os diabéticos, mas para emagrecer não é indicado, pois pode ter quantidade de gordura igual ou maior do que o convencional.
Na composição de uma alimentação balanceada para as pessoas que desejam emagrecer, os alimentos diet e light podem ser usados em substituição aos mesmos alimentos na versão convencional. Não se deve aumentar a quantidade consumida de um alimento pelo fato de ele ser light.
O mais importante para emagrecer com saúde é ter alimentação equilibrada, que combine diferentes nutrientes e sem excessos.
Alguns produtos, como maionese e queijos amarelos, mesmo com a quantidade de gordura reduzida, continuam sendo muito gordurosos. No caso dos queijos, é melhor trocar amarelos por brancos do que escolher uma versão light.
O sal light salga menos e muita gente acaba usando-o em maior quantidade que o convencional. Mesmo assim, preferir a versão light pode ser vantajoso, pois o potássio usado para substituir parte do sódio pode atuar como redutor da pressão arterial.

Nem todos os alimentos light e diet são recomendáveis para os cardíacos. Alguns têm muita gordura saturada, sal e gordura trans.

Fonte: http://www.senado.gov.br/

Radicais Livres – Parte II

RADICAIS LIVRES

Parte II
Antioxidantes

Antioxidante é uma substância que previne a oxidação de outros elementos químicos. Em sistemas biológicos, o processo normal de oxidação produz os altamente reativos radicais livres, os quais podem reagir facilmente com outras moléculas e danificá-las. Em alguns casos, o corpo usa isso para combater infecções, embora danos possam acontecer nas próprias células do corpo. A presença de antioxidantes, muitos dos quais obtidos pela dieta, pode paralisar a ação dos radicais antes que esses danifiquem moléculas importantes do corpo.

Moriel Sophia

Cromoterapeuta – Sinaten 0880


A razão de serem antioxidantes vem da carga positiva que possuem, com capacidade de anular a oxidação, que se combina com os radicais livres de carga negativa, tornando-os inofensivos. Com essas substâncias o organismo seria capaz de vencê-los, porém, com o aumento da expectativa de vida do ser humano, perde-se a defesa, diante dos fatores exógenos (externos) que seguem o progresso humano. O melhor método de prevenção é através de alimentação rica em antioxidantes, tendo entre eles os seguintes:

nas vitaminas lipossolúveis: destaca-se, que as três vitaminas devem atuar em conjunto, pois possuem atividades complementares. Mesmo com todo esse poder há que se ter certa cautela, já que alguns estudos mostram que vitaminas E e betacaroteno favorecem o câncer do pulmão em fumantes.

retinol (vitamina A ou betacaroteno): tem mostrado a capacidade de proteger frutas e vegetais verde-escuros, amarelos e laranjas dos danos da radiação solar. Parece que também pode desempenhar papel similar no corpo humano. É uma espécie de vitamina A desmontada e que o corpo só monta quando tem necessidade. Senão, elimina suas sobras, o que não faz com a vitamina A por ser altamente tóxica. Por isso, cuidado para não adquirir suplementos de vitamina A, mas sim de betacaroteno, que atua como inibidor de alguns tipos de radicais. Boas fontes de são: abóbora, brócolis, cenoura, couve, batata-doce, damasco seco, fígado, melão, pêssego e tomate.

ácido ascórbico (vitamina C): é um componente solúvel em água que tem papel antioxidante, entre outros, nos sistemas vivos que pode neutralizar diretamente as ERMO, porém, pode funcionar como pró-oxidante quando em dose elevada ou quando exposta a metal, levando à lipoperoxidação que envolve a formação de hidroperóxidos a partir de lipídeos. É equivalente à rancificação da gordura. É encontrado em grande quantidade nas frutas cítricas e vegetais verde-escuros (laranja, limão, lima, acerola, caju, kiwi, morango, couve, brócolis, repolho, tomate e etc.). É uma doadora de elétrons para os radicais livres.

Obs.: a lipoperoxidação é um dos processos celulares envolvendo danos oxidativos, descrita como uma reação em cadeia entre o oxigênio molecular ou radicular e os ácidos graxos poli-insaturados (muitas ligações) dos fosfolipídios membranares: é uma reação de auto-oxidação que deteriora os lipídios poli-insaturados. Já, os hidroperóxidos são os produtos estáveis formados durante a peroxidação de lipídios insaturados, como ácidos graxos e colesterol. Com a ajuda de metais catalíticos, a decomposição dos hidroperóxidos resulta na formação dos radicais alcoxil e peroxil que podem iniciar uma reação em cadeia, propagando a peroxidação lipídica.

tocoferol (vitamina E): age diretamente nas membranas da célula, inibindo a reação em cadeia da oxidação das gorduras solúveis e é solúvel em água, protegendo os lipídeos. Encontrada principalmente no germe de trigo (fonte mais importante), óleos (de soja, arroz, algodão, milho, peixe e girassol), amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema, sementes, grãos integrais, vegetais folhosos e legumes. É um importante antioxidante lipofílico (de grande afinidade com gorduras), mas esta função poderá estar limitada em situações de sobrecarga de ferro. O betacaroteno interage com as ERMOs especialmente quando ocorrem baixas tensões de O2, enquanto que a vitamina E se mostra mais eficiente quando há altas tensões de O2 no meio.
Vitaminas

Embora os antioxidantes ajam reduzindo a concentração de radicais livres, a mera ingestão de vitaminas não evita completamente a ocorrência de doenças causadas por eles, embora sua ausência possa favorecer, em alguns casos, a ocorrência delas, pois seu papel é: modulador, moderador e não bloqueador.

Alguns antioxidantes são produzidos por nosso próprio corpo e outros são ingeridos, como as: vitaminas C, E e o betacaroteno.

Pesquisadores da nutrition center, na Tufts University, em Boston, testaram quais alimentos tem maior poder antioxidante e apresentaram a lista abaixo, contendo a relação de vegetais e frutas.
PODER ANTIOXIDANTE
POS.
VEGETAIS FRUTAS

1 Repolho Morango

2 Beterraba Ameixa

3 Pimenta Vermelha Laranja

4 Brócolis Uva

5 Espinafre Maçã

6 Batata Tomate

7 Milho Banana

8 Pêra

9 Melão


O problema é que os testes foram feitos com os alimentos comprimidos em tubos. Eles ainda não descobriram como testar o poder antioxidante no corpo humano.
Dosagem

A maior parte dos médicos e nutricionistas segue as recomendações de quantidades diárias de vitaminas do departamento de agricultura do governo americano (USDA).

Entretanto, superdoses de algumas delas têm o aval de pesquisadores de renome como o cientista americano Linus Pauling, já citado, que se autoprescreveu 10 gramas diárias de vitamina C, equivalentes a duzentos copos de suco de laranja. Já o Dr. Kenneth Cooper recomenda um coquetel antioxidante diário a base de vitaminas para combater a ação danosa dos radicais livres.

Na verdade, é nebulosa a área entre o necessário à saúde e os excessos nocivos. Os adversários das megadoses argumentam que o corpo humano não precisa mais do que poucos miligramas de vitamina C por dia, sendo o excesso eliminado pela urina. O médico americano Stephen Lawson, diretor do Instituto Linus Pauling de Pesquisas, rebate dizendo que a vitamina C leva seis horas até ser eliminada, de modo que durante esse período ela fica ativa, circulando pelo sangue. Sendo assim a melhor estratégia ao se tomar suplemento de vitamina C é fracionar a ingestão em doses menores ao longo do dia.

O Instituto Nacional de Saúde, nos Estados Unidos, revelou que o hábito de se comer os vegetais ricos em vitamina C diminui 13% o risco de enfartes. Se esse bom hábito for somado a comprimidos da mesma vitamina, a incidência despenca 37%. Não se sabe a dose extra, exata para se obter esse efeito preventivo. Mas a dúvida não apaga o fato: 37% menos chance de se morrer do coração.

Com relação à vitamina E, Liz Applegate, nutricionista consultora da Runner’s World, lembra que vários estudos já demonstraram que a ingestão diária de 400 UI protege os atletas dos danos oxidativos provocados pelo treinamento de longa distância. Como nutricionista ela adoraria afirmar que é possível obter 400 UI pela alimentação, mas reconhece que isto é muito difícil.

substâncias ativas:

bioflavonóides: encontradas em frutas cítricas, uvas escuras ou vermelhas.

licopeno: principalmente no tomate.

isoflavonas: na soja.

catequinas: em frutas da família do morango, uva e chá verde (green tea), têm grandes concentrações de antioxidantes.

minerais:

selênio: o melhor é o obtido através da dieta, uma vez que largas doses em suplementos alimentares podem ser tóxicas. Boas fontes incluem: alimentos marinhos (peixe), carne vermelha, grãos, ovo, fígado, frango, alho e castanha-do-pará.

zinco: outro mineral encontrado principalmente nas carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.

sais minerais.

aminoácidos.
ERMO

As camadas eletrônicas de um elemento químico são denominadas K, L, M e N, e seus subníveis, s, p, d e f.

De maneira simples, o termo radical livre refere-se a átomo ou molécula altamente reativo, que contêm número ímpar de elétrons em sua última camada eletrônica. É este não-emparelhamento de elétrons da última camada que confere alta reatividade a esses átomos ou moléculas.

Na verdade, radical livre não é o termo ideal para designar os agentes reativos patogênicos, pois alguns deles não apresentam elétrons desemparelhados em sua última camada. Como em sua maioria são derivados do metabolismo do O2, no decorrer deste texto será utilizado o termo espécies reativas do metabolismo do oxigênio ERMO para referência a eles.

Acompanhando a formação de um radical livre, o superóxido (O2-), que é derivado do oxigênio molecular (O2), pode se verificar que O2 é composto por dois elementos oxigênio (O), cujo número atômico é 8, sendo sua distribuição de elétrons a seguinte:

“os radicais livres são formados em um cenário de reações de óxido-redução, isto é, ou oxidando-se ao cederem o elétron solitário ou reduzindo-se ao o receberem, significando que, provocam ou resultam dessas reações de óxido-redução. São encontradas em todos os sistemas biológicos. Em condições fisiológicas do metabolismo celular aeróbio, o O2 sofre redução tetravalente (quatro reduções covalentes, ou seja, de equilíbrio), com aceitação de quatro elétrons, resultando na formação de água – H2O. Durante esse processo são formados intermediários reativos, como os radicais superóxido – O2-, hidroperoxila – HO2, hidroxila – OH e o peróxido de hidrogênio – H2O2. Normalmente, a redução completa do O2 ocorre na mitocôndria (local onde gera energia celular) e a reatividade das ERMO é neutralizada com a entrada dos quatro elétrons.”
Doenças da ERMO

Existem evidências de que as ERMOs possam estar envolvidas em mais de 50 doenças ou eventos nosológicos, ramo da medicina que estuda e classifica as doenças. Além das já citadas:

aterosclerose: sua origem é incerta, porém a teoria corrente é que o início da lesão seja no endotélio (camada celular que reveste interiormente os vasos sangüíneos) por mecanismo hemodinâmico, ou seja pelas leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos (velocidade, pressão e etc.). Nesta lesão há afluxo de macrófagos, que ao serem ativados liberam: radicais superóxido, peróxido de hidrogênio e enzimas hidrolíticas. Estes produtos, além de lesar células vizinhas, estimulam a proliferação de músculo liso subendotelial. A lesão pode ser exacerbada pela fumaça do cigarro que, por ser rica em ferro, catalisa a oxidação de lipoproteínas de baixa densidade (LDL). Tal oxidação estimula a internalização de colesterol nos macrófagos, os quais se convertem em células espumosas, contribuindo para a formação da placa de ateroma, consistindo de um depósito lipídico (gordura) na superfície interna das paredes das artérias.

cabelos: quando é utilizada a água oxigenada nos cabelos, esta encontra o ferro e juntos formam o radical hidroxila, que ataca e destrói os pigmentos do cabelo.

câncer: a água oxigenada pode encontrar a molécula de ferro no núcleo celular formando mais radicais livres, que podem atacar o material genético humano, modificando os sítios das bases nitrogenadas do DNA, bem como, a produção de proteínas, que são modificadas ou interrompidas em certos pontos dos cromossomos. Sem os dados perdidos por esse ataque ao material genético a célula inicia uma multiplicação sem freios, característica da doença.

degeneração macular relacionada à idade (DMRI): ou, em inglês, Age Related Macular Degeneration – AMD afeta a mácula (região que envolve a retina), rica em gorduras poli-insaturadas (compostos orgânicos com ligações duplas ou triplas), que é oxidada por radicais livres, formando uma barreira que envolve a retina e provocando a cegueira.

derrames cerebrais: a situação da vítima pode piorar, pois quando do rompimento dos vasos sangüíneos cerebrais, as células atingidas pelo sangramento são mais suscetíveis à ação dos radicais livres já que a hemoglobina liberada contém ferro, que causando a morte celular, fazem com que a vítima não retenha um maior controle dos movimentos.

diabéticos: mostram elevados níveis de radicais livres, que atuam nas degenerações e dificuldades de microcirculação periférica e oftálmica.

doença auto-imune: algumas enzimas que sofrem modificações graças ao ataque dos radicais podem ficar inutilizadas ou atacar substâncias erradas, provocando entre outras a presença deste tipo de doença.

doença de Alzheimer: esta doença pode ter grande contribuição dos radicais livres ao causar a degeneração das células do cérebro (neurônios), gerando demência. Nos cérebros afetados por esta doença são formadas placas, sem a devida explicação como se degeneravam, com ocorrência da morte dos neurônios. Descobriram que o principal componente das placas, a proteína beta-amilóide é capaz de se fragmentar espontaneamente e liberar grãos de ferro guardados microscópicamente, que ao se encontrarem com água oxigenada formam as hidroxilas, um dos tipos de radicais. Assim, as placas podem “corroer” (oxidar) e provocar a morte celular.

doenças pulmonares: enfisema, displasia broncopulmonar, pneumoconiose, toxicidade por bleomicina, paraquat, butilidroxitolueno, fibras minerais e fumo, asma e síndrome de angústia respiratória do adulto – SARA. Nesta última síndrome, a origem das ERMOs parece estar relacionada à ativação neutrofílica pelo complemento. Está bem documentado que, após a chegada dos neutrófilos no interstício pulmonar, a ativação destas células gera radical superóxido, que lesa diretamente a membrana das células intersticiais e do endotélio. Como conseqüência, ocorre lesão tissular progressiva, pois o neutrófilo ativado também libera enzimas proteolíticas que degradam a elastina (principal proteína constituinte das fibras elásticas do organismo, como os ligamentos e as paredes arteriais) do arcabouço pulmonar. A gravidade da SARA secundária à hiperoxia depende do grau e do tempo da exposição ao O2. Assim, mamíferos inalando 100% O2, com pressão parcial arterial de O2 em torno de 500mmHg, apresentam lesão pulmonar caracterizada por edema, atelectasia (falta de expansão dos alvéolos), depósitos de fibrina com formação de membrana hialina exsudação celular, enrijecimento arteriolar e hiperplasia e hipertrofia alveolares. Há fortes indícios de que a formação do edema pulmonar seja resultante da produção exagerada de peróxido de hidrogênio, radical hidroxil e superóxido pelo neutrófilo.

envelhecimento: também é um evento que pode estar relacionado com as ERMOs. A teoria dos radicais de oxigênio, desenvolvida por Harman (1956), propunha que o envelhecimento poderia ser secundário ao estresse oxidativo, que levaria às reações de oxidação lipídica, protéica e com o DNA, que desencadeariam alterações lentas e progressivas dos tecidos e do código genético. A pergunta chave atual é se este estresse oxidativo tem um peso tão importante a ponto de explicar o fenômeno do envelhecimento. Não há até o momento evidências consistentes que respondam esta pergunta. Os estudos dos últimos anos demonstram um comportamento heterogêneo do sistema de defesa antioxidante em relação ao envelhecimento. Ou seja, ao contrário do esperado, não se observa, necessariamente, deficiência do sistema conforme a espécie envelhece. Um estudo clínico comparou jovens de 30 anos e idosos de 69 anos em média, ambos sadios. Os resultados mostram que os idosos apresentam níveis menores de GSH e diminuição da atividade de GSH-Rd e GSH-Px eritrocitários em relação aos jovens. No mesmo estudo, foi analisado outro grupo de idosos portadores de diabetes melito tipo II tratados com sulfoniluréia, medicamento oral composto por grupos -SH em sua estrutura. Este grupo apresentou maior nível GSH e maior atividade de GSH-Rd e GSH-Px, em relação ao grupo de idosos sadios. Estas observações sugerem que a doença ou o tratamento podem estimular o sistema antioxidante eritrocitário em idosos. Outro estudo que relacionou envelhecimento com o sistema de defesa em eritrócitos mostrou que não há consumo de vitamina A e E com o aumento da idade de indivíduos saudáveis. Entretanto, pode haver diminuição do nível muscular de vitamina E após exercício físico em idosos. Outras doenças freqüentes na velhice e já consagradas como conseqüentes ao estresse oxidativo são: a doença de Parkinson, o acidente vascular cerebral, a doença de Alzheimer, a esclerose múltipla e catarata.

hipoxia: trata-se da diminuição das taxas de oxigênio no sangue arterial ou nos tecidos, traduzindo na morre celular. Na hipoxia temporária, as organelas celulares continuam trabalhando e depositando seus resíduos no citoplasma, porém, na volta do oxigênio à célula, tais resíduos reagem formando radicais livres em excesso, de forma a acelerar a morte celular.

membranas celulares: são constituídas principalmente de lipoproteínas e recebem sucessivos ataques de radicais livres. Após estes, enrijecem-se fazendo surgir “trincas” nas mesmas. Desse modo, a célula perde o controle da entrada de substâncias tóxicas e da saída de substâncias que necessita e acaba morrendo. Este processo pode explicar o envelhecimento, afinal, quanto mais idade uma pessoa tem, mais radicais são encontrados em seu organismo.
SUGESTÃO CROMOTERÁPICA
Radicais Livres

O oxigênio é o elemento químico mais abundante na crosta terrestre e indispensável à vida de animais e vegetais, principalmente à humana. Nele existem moléculas que provocam a oxidação (degeneração) celular, ocorrente através da ação dos radicais livres, onde as células presentes nos agregados moleculares se “enferrujam”, tornando-os agentes do mal, quando em excesso, ao serem formados durante nossa respiração. Podem derivar de fatores internos (endógenos) e fatores internos (exógenos). Como elemento químico, é estável porque seus elétrons gravitam na mesma direção, impedindo que sua molécula (O2) aja como radical livre. Esta condição lhe confere características de potente oxidante, ou seja, receptor de elétrons de outras moléculas.

Com relação à molécula de oxigênio – O2, se ocorrer a citada entrada de energia, os elétrons não emparelhados também irão tomar direções opostas e formarão, então, uma molécula extremamente reativa chamada de espécies reativas do metabolismo do oxigênio – ERMO, principais espécies químicas patogênicas.

Com relação aos radicais livres, representam um processo fisiológico respondendo pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória. A atividade celular requer energia, que é obtida de certos alimentos, como a “queima” de açúcares em presença de oxigênio, chamada de “respiração celular aeróbica”. Este processo é realizado pela maioria dos seres vivos e fornece à célula a energia necessária às suas atividades.

São assim denominadas quaisquer espécies químicas que apresentam pelo menos um elétron não-compartilhado na camada de valência, por serem moléculas instáveis, pelo fato de seus átomos possuírem um número ímpar de elétrons em sua órbita externa gravitando em sentido oposto aos outros elétrons e altamente reativos com um grande número de compostos que estejam próximos. Produzem reações biológicas lesivas dentro seus milésimos de segundo, mas eventualmente tornam-se estáveis, vindo a exercer um essencial equilíbrio entre agentes óxidos-redutores (oxidando-se ao cederem elétron / reduzindo-se ao receberem elétron) e o sistema de defesa antioxidante, de forma a transformá-los em água ou controlá-los adequadamente.

Acontece pelo fato de nosso corpo possuir enzimas protetoras que reparam 99% do dano por oxidação, mesmo naquelas mais expostas aos ataques diários, pela oxidação de outros elementos químicos. A razão de serem antioxidantes vem da carga positiva que possuem, com capacidade de anular a oxidação, que se combina com os radicais livres de carga negativa, tornando-os inofensivos. Com essas substâncias o organismo seria capaz de vencê-los, porém, com o aumento da expectativa de vida do ser humano, perde-se a defesa, diante dos fatores exógenos (externos) que seguem o progresso humano. O melhor método de prevenção é através de alimentação rica em antioxidantes.SUGESTÃO CROMOTERÁPICA
COR LOCAL / TRATAMENTO
LARANJA Corpo / Local (cria os radicais livres ao queimar os açúcares no processo de “respiração celular aeróbica” oxidativa, com a grande vantagem de não carregar Fe+++, que possibilitaria o surgimento da hidroxila).
VERDE Corpo (representa o “sistema de defesa antioxidante”, de forma a controlá-los adequadamente, proporcionando equilíbrio entre os agentes ”óxidos-redutores” que se oxidam ao cederem elétron e se reduzem ao receberem elétron).
AZUL Corpo (é um antioxidante estrutural da membrana, com capacidade de fabricar células e controlar o tecido adiposo, inibindo a reação em cadeia da oxidação das gorduras solúveis e protegendo os lipídeos. Portanto, importante antioxidante lipofílico (de grande afinidade com gorduras), limitada em situações de sobrecarga de ferro).
VIOLETA Corpo (como intenso purificador, purifica o “sistema de defesa antioxidante” eliminando os radicais livres).

Observações

CORES QUENTES: correspondem aos radicais livres presentes no nosso organismo, com capacidade de oxidar e eliminar espécies reativas do metabolismo do oxigênio – ERMO. Deve-se ter em mente que em doses equilibradas, eliminam o colesterol ruim (LDL) de forma a eliminar a aterosclerose, bem como, a presença de gorduras localizadas. Este processo é realizado pela maioria dos seres vivos e fornece à célula a energia necessária às suas atividades.

COR VERDE: proporciona equilíbrio entre os agentes ”óxidos-redutores” que se oxidam ao cederem elétron e se reduzem ao receberem elétron.

CORES FRIAS: aumentam os mecanismos de proteção conhecidos como defesas antioxidantes.


LEMBRETES

As informações contidas neste artigo são da inteira responsabilidade de: Moriel Sophia – Cromoterapeuta – Sinaten 0880. Esta terapia auxilia o tratamento, mas não dispensa o “médico”. É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte.

http://www.artecor.com.br/blog/artigos/942/2010/04/03/radicais-livres-parte-ii/

Radicais Livres – Parte I

RADICAIS LIVRES



O início dos estudos tem como base a década de 30, quando os primeiros conceitos sobre medicina biomolecular foram construídos. Foi Linus Pauling, ganhador de dois prêmios Nobel, quem falou pela primeira vez sobre a importância das vitaminas e sais minerais, destacando o valor da alimentação equilibrada na manutenção da saúde. Porém, as primeiras pesquisas sobre radicais livres surgiram em 1954, ganhando impulso somente em 1968. Com uma visão preventiva, a medicina biomolecular se preocupa em “atacar” a sua ação maléfica.

Eles não devem ser considerados como bandidos que querem nos matar o tempo todo. Ao contrário, são muito úteis e nosso organismo não vive sem eles, pois são indispensáveis às nossas defesas contra as infecções, por exemplo. Deve ficar claro que em níveis considerados normais não são prejudiciais e sim o excesso dessas substâncias ou então, a diminuição de agentes oxidantes, que os torna tóxico para nossa saúde, recebendo a denominação de “estresse oxidativo”.

Essa situação pode derivar tanto de:

fatores internos: envelhecimento, câncer, alguns tipos de anemia, infarto do miocárdio, arteriosclerose e doença de Parkinson.

fontes externas: é a fumaça do cigarro (cada tragada introduz no organismo uma quantidade muito grande de radicais livres), o estresse oxidativo (aumentado pelo: excesso de bebidas alcoólicas, exposição a poluentes atmosféricos, raios solares e raios-x), assim como pela ingestão excessiva de: gorduras, frituras e carnes vermelhas.

No organismo, os radicais livres de oxigênio podem combinar com:

o DNA das células: alterando seu código genético e produzindo uma multiplicação celular desordenada.

os ácidos graxos: constituintes de óleos e gorduras, pode favorecer o depósito de placas nas paredes arteriais, diminuindo sua elasticidade e propiciando o aparecimento de hipertensão arterial.

Uma alimentação rica em vegetais é a melhor opção para se proteger contra eles, diminuindo assim o risco de várias doenças e evitando o envelhecimento precoce.

Moriel Sophia

Cromoterapeuta – Sinaten 0880



RADICAIS LIVRES
Introdução

O oxigênio, tão necessário para a vida humana, vira agente do mal e estraga as nossas células, pois nossa respiração forma os radicais livres, destruidores de células de que o corpo precisa.

Nele existem moléculas desestabilizadas que provocam a oxidação (degeneração) celular. Este processo “corrosivo” pode ser observado quando partirmos uma maçã e guardamos uma das partes na geladeira. Em pouco tempo sua face estará escurecida. Esse efeito é provocado pela ação dos radicais livres, que oxidam (enferrujam) a superfície da fruta. O mesmo acontece em nossas células quando tais radicais se encontram em excesso.

Para um melhor entendimento do que acontece vamos analisar de forma simples, a composição atômica e ocorrências provocantes de tais excessos.
Átomo

No início do estudo e formulação da teoria atômica, era dado o nome de átomo a qualquer entidade química que poderia ser considerada fundamental e indivisível. Basicamente, abriga em seu núcleo partículas elementares de carga elétrica positiva (prótons) e neutra (nêutrons), cujo núcleo atômico é rodeado por uma “nuvem de elétrons em movimento contínuo chamada de eletrosfera”. A maioria dos elementos não são estáveis, por isso, quando dois átomos se aproximam, há uma interação das núvens eletrônicas entre si, bem como, com os núcleos dos respectivos átomos, tornando-os estáveis.

Os átomos se ligam e formam agregados de moléculas. É a natureza destas que determinam as propriedades químicas das substâncias, caracterizando-as pelos: átomos que as integram, pela relação de proporção entre eles e pelo seu arranjo dentro de si. Um antigo conceito diz que a molécula é a menor parte de uma substância pura e que mantém suas características de composição e propriedades químicas. Entretanto, atualmente tem-se conhecimento que tais propriedades químicas não são determinadas por uma só isolada, mas por um “conjunto mínimo” destas.

Redefinindo, então, a molécula é um “conjunto eletricamente neutro” de dois ou mais átomos unidos por pares compartilhados de elétrons, dentro de ligações covalentes que se comportam como uma única partícula. Nestes casos recebem a denominação de substância molecular, por ser formada por moléculas discretas cuja ligação é suficientemente forte, caracterizando-a como uma identidade estável.
Física Quântica

Esta identidade estável é uma condição quântica, onde a distribuição espacial dos átomos que formam uma molécula depende das propriedades químicas e do tamanho destes, propiciando as ligações covalentes quando os átomos são muito eletronegativos e o aspecto é equilibrado e simétrico.

Se houver maior afinidade sobre os elétrons compartilhados, a distribuição espacial é deformada e modificam-se os ângulos da ligação, que passa a ser polar. Nas ligações covalentes, os conceitos de orbital molecular e orbital atômico são fundamentais, ou seja:

orbital atômico: em um átomo, correspondente a cada elétron com o seu respectivo spin.

orbital molecular: em uma molécula, com um spin em cada elétron, onde uma região do espaço pode ser ocupada por dois elétrons com spins emparelhados, pois de outra maneira eles seriam opostos e não covalentes. Na teoria do Orbital Molecular – MO os elétrons são tratados como se estivessem espalhados pela molécula como um todo e não ligados especificamente a cada um dos núcleos que compõem a molécula.
Característica da Física

O oxigênio é um elemento químico de símbolo O, número atômico 8 (8 prótons e 8 elétrons) com massa atômica 16 u. O oxigênio molecular (O2) é um birradical (molécula com dois elétrons desemparelhados) de 16 elétrons que, embora apresentem um elétron não-emparelhado na última camada de cada átomo, é estável porque este elétron gravita na mesma direção, impedindo o O2 de agir como radical livre. Esta condição lhe confere características de potente oxidante, ou seja, receptor de elétrons de outras moléculas.
Definição

A produção de radicais livres pelos organismos representa um processo fisiológico, durante o processo de queima do oxigênio, utilizado para converter os nutrientes dos alimentos absorvidos em energia.

São assim denominadas quaisquer espécies químicas que apresentam pelo menos um elétron, não-compartilhado, na camada de valência. Acontece por serem moléculas instáveis, pelo fato de seus átomos possuírem um número ímpar de elétrons em sua órbita externa, fora de seu nível orbital, gravitando em sentido oposto aos outros elétrons. Os radicais são eletronicamente instáveis e, por isso, altamente reativos, tendo a capacidade de reagir com um grande número de compostos que estejam próximos. Este elétron livre favorece a recepção de outras moléculas, transformando-se nos extremamente reativos. Têm vida média de milésimos de segundo, mas eventualmente podem se tornar estáveis, produzindo reações biológicas lesivas, vindo a exercer uma das seguintes funções:

receptores de elétrons: funcionando como “agentes oxidantes”.

doadores de elétrons: funcionando como “agentes redutores”.

Com relação à molécula de oxigênio, se ocorrer a citada entrada de energia, os elétrons não emparelhados também irão tomar direções opostas e formarão, então, uma molécula extremamente reativa chamada de espécies reativas do metabolismo do oxigênio – ERMO (ver tópico abaixo), consideradas como as principais espécies químicas relacionadas com os mecanismos patogênicos (estudo das doenças), sendo em número de cinco, a saber:

radicais principais:

radical superóxido (O2.-): é formado após a primeira redução do O2. Ocorre em quase todas as células aeróbicas (que atuam na presença do oxigênio) e é produzido durante a ativação máxima de:

neutrófilos: aumento anormal de leucócitos (glóbulos brancos) nos tecidos ou na circulação periférica.

monócitos: leucócito mononuclear fagocitário, que quer dizer glóbulos brancos com um único núcleo, capaz de destruir outras partículas, que se forma na medula óssea e é posteriormente transportado para os tecidos, onde se desenvolve em macrófagos.

macrófagos: grande célula derivada do monócito do sangue, com o poder de englobar e destruir, por fagocitose, ingestão e destruição de corpos estranhos e volumosos.

eosinófilos: granulócitos (leucócitos) que fixa corantes ácidos e participa dos processos inflamatórios e defensivos do organismo.

radical hidroxila (OH.-): considerada a ERMO mais reativa em sistemas biológicos. A combinação extremamente rápida do OH. com metais ou outros radicais no próprio sítio (local) onde foi produzido confirma sua alta reatividade. Assim, se a hidroxila for produzida próximo ao DNA e a este estiver fixado um metal, poderão ocorrer modificações de bases nitrogenadas como as purínicas e pirimidínicas, levando à inativação ou mutação do mesmo. Além disso, a hidroxila pode inativar proteínas (enzimas e membrana celular), ao oxidar seus grupos sulfidrilas (-SH) a pontes dissulfeto (-SS). Também pode iniciar a oxidação dos ácidos graxos poliinsaturados das membranas celulares (lipoperoxidação). Entretanto, estudos recentes indicam que o ferro também desempenha papel determinante na iniciação deste processo, sendo necessária uma relação equimolar Fe+++ : Fe++ no meio, para que ocorra a lipoperoxidação.

variações:

peróxido de hidrogênio (H2O2): apesar de não ser um radical livre, pela ausência de elétrons desemparelhados na última camada, o H2O2 é um metabólito (qualquer composto intermediário) do oxigênio extremamente deletério, porque participa da reação que produz o OH.. O H2O2 tem vida longa, capaz de atravessar camadas lipídicas, podendo reagir com a membrana eritrocitária e com proteínas ligadas ao Fe++. Assim, é altamente tóxico para as células, cuja toxicidade pode ser aumentada de dez para mil vezes quando em presença de ferro, como ocorre, por exemplo, na hemocromatose (distúrbio metabólico de bronzeamento da pele) transfusional (relativo à transfusão sangüínea).

radicais alquila (R.-).

radicais peróxido (ROO.-).

A água oxigenada ou peróxido de hidrogênio – H2O2 é um bom exemplo, pois diferentemente dos outros radicais tem um número par de elétrons, podendo “navegar” por células e assim, aumentar o risco de “trombar” com um átomo de ferro (Fe+++). Para atingir a estabilidade, reagem com o que encontram pela frente para roubarem um elétron, de modos a constituir o terceiro e mais terrível dos radicais, a hidroxila. Sua reação é instantânea com as moléculas da célula.
Ação

Quanto mais exposta aos fatores, maior é a quantidade de radicais se acumularão. Com o tempo, esse efeito cumulativo pode causar alterações ou mutações irreversíveis nas células, favorecendo o aparecimento e o desenvolvimento de células cancerígenas.

Seu surgimento também está relacionado ao enfraquecimento do sistema imunológico e ao envelhecimento, como:

pele: manchas pigmentadas, rugas precoces.

distúrbios mais sérios: como catarata, arteriosclerose, artrite.

doenças mais incapacitantes ou mortais: enfisemas, acidentes vasculares cerebrais, de certas afecções reumáticas, doença de Parkinson, mal de Alzheimer.
Modus operandi

Todas as células do nosso corpo necessitam constantemente de oxigênio para converter os nutrientes absorvidos dos alimentos em energia. Entretanto, a queima do oxigênio pelas células (oxidação) tem seu preço, qual seja o de liberar moléculas de radicais livres.

Dessa forma, esses podem danificar células sadias, cujo bombardeamento excessivo por essas moléculas danifica o DNA das células, bem como outros materiais genéticos. Entretanto, nosso corpo tem enzimas protetoras que reparam 99% do dano por oxidação, mesmo naquelas mais expostas aos ataques diários. Sendo assim, o nosso organismo consegue controlar o nível desses radicais produzidos através do metabolismo do oxigênio. Como já visto acima, esse processo oxidativo interno devido aos processos metabólicos, não é a única fonte.

Há fatores externos que podem igualmente contribuir para este desequilíbrio e que podem causar danos irreparáveis. Dentre as mais prováveis encontram-se:

contaminação por metais como: cobre, chumbo, alumínio e mercúrio.

estresse e alto consumo de gorduras saturadas (frituras, embutidos e etc.).

fumo e fumaça de cigarro e o álcool.

poluição ambiental e gases de escapamentos de veículos.

raios X e radiação ultravioleta do sol.

radiação gama em alimentos (uso de microondas).

resíduos de pesticidas.

substâncias tóxicas presentes em alimentos e bebidas (aditivos químicos, hormônios, aflatoxinas e etc.).
Funções normais

fatores positivos: por atacarem as moléculas, podem ser úteis aos organismos, pois quando algo estranho consegue penetrar, logo soa um alarme químico para as células do sistema imunológico:

neutrófilos: são os primeiros a chegar e capazes literalmente de fazer picadinho do invasor, pela liberação de grandes doses desses radicais através de suas membranas.

macrófagos: vêm em seguida e engolem e trituram o agente estranho, bombardeando-o com superóxidos por todos os lados.

Deve ser lembrado também o papel importante no combate a inflamações, matando bactérias e controlando o tônus dos “músculos lisos“.

fatores negativos: são capazes de reagir com o chamado lipídio de baixa densidade, ou, o mau colesterol que circula no sangue. Essa gordura, quando alterada pelo oxigênio chama a atenção das células macrófagos, imunológicas, que fazem um serviço de limpeza no organismo, engolindo moléculas de colesterol.
A Presença

na respiração: uma parte do oxigênio que respiramos se transforma em radicais livres, que estão ligados a processos degenerativos como o câncer e o envelhecimento.
Introdução à respiração celular

A produção de radicais livres pelos organismos representa um processo fisiológico, respondendo pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória.

A atividade celular requer energia, que é obtida de certos alimentos, como a “queima” celular de açúcares em presença de oxigênio, chamada de “respiração celular aeróbica”. Este processo é realizado pela maioria dos seres vivos (animais ou vegetais) e fornece à célula a energia necessária às suas atividades. Esta energia é proveniente da “desmontagem” da glicose, que pode ser resumida na quebra gradativa das ligações entre carbonos, com a saída do dióxido de carbono – CO2, bem como, a remoção dos hidrogênios da glicose, em vários momentos do processo e por fim, sua oxidação na cadeia respiratória, com liberação de energia.

Na cadeia, 98% do oxigênio molecular – O2 é reduzido em água. Às vezes, a mitocôndria, que é a parte da célula geradora de energia deixa escapar um elétron solitário, que é logo capturado pelo oxigênio (os 2% restantes). Com um elétron a mais, o oxigênio escapa e se transforma em radical superóxido (O2 com um elétron extra), que logo encontra uma enzima protetora, denominada de superóxido dismutase – SOD, que lhe doa um de seus elétrons. Com dois elétrons reagindo com o hidrogênio, a molécula se transforma na inofensiva água oxigenada, que normalmente vira água ao encontrar certas enzimas, como a catalase peroxidase e vitaminas do complexo B. Como outros sais, os sais de superóxido também se decompõem na ausência de água, através de aquecimento.
Colesterol

Para uma boa identificação quanto aos tipos de colesterol hoje existentes, pode-se dizer que o HDL é o chamado bom colesterol e o LDL o mau colesterol. Como já citado acima, quando o organismo está com suas funções normais procura eliminar o mau colesterol, principalmente quando alterado pelo oxigênio, movimentando células macrófagas, células de defesa imunológica, que fazem um serviço de limpeza no organismo, engolindo moléculas de colesterol.

Essas células, contudo, são convocadas para recuperar eventuais machucados na parede dos vasos e, chegando ali, muitas vezes estouram de tão gorduchas, espalhando o conteúdo oxidado pela lesão. Isso atrai mais macrófagos, criando aos poucos um monte de colesterol depositado, que pode impedir o livre trânsito do sangue (aterosclerose).

no exercício físico: em seu livro “Revolução Antioxidante” (Editora Record, 1994), Dr. Kenneth Cooper, descreve duas maneiras pelas quais os radicais livres são produzidos:

exercícios exaustivos: quando há um aumento de 10 a 20 vezes no consumo de oxigênio no corpo. Seu enorme bombeamento através dos tecidos desencadearia a liberação destes. Para se evitar isto, Cooper recomenda praticar os exercícios entre 65-80% da sua freqüência cardíaca máxima.

processo isquemia-reperfusão: a isquemia é a diminuição ou suspensão da irrigação sangüínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição (diminuição do vaso) e a reperfusão é a técnica pela qual, através de intervenção farmacológica ou mecânica, consegue-se recanalizar o vaso comprometido, a artéria obstruída, que originou o processo. Quando os exercícios físicos intensos são praticados, o fluxo sangüíneo é desviado para os músculos em atividade em detrimento aos órgãos não diretamente envolvidos. Assim, uma parte do corpo irá passar por uma deficiência de oxigênio. Ao término do exercício se dá a reperfusão devido ao retorno do sangue aos órgãos que estiveram privados. Este processo foi associado à liberação de grandes quantidades de radicais livres.

Porém, não necessariamente os atletas sofrem a ação dos radicais livres. As pesquisas detectaram que durante os exercícios, estes provocam um aumento na ação dos mesmos, mas Edmund Burke, Ph.D., salienta que: a ação dos radicais aumenta apenas temporariamente, voltando depois ao nível normal, devido ao fato de que em pessoas bem treinadas dentro de uma atividade física regular aumenta os níveis de enzimas que os destroem.
Sistemas de Defesa

Em sistemas aeróbicos (na presença de oxigênio), é essencial o equilíbrio entre agentes óxidos-redutores (oxidando-se ao cederem elétron / reduzindo-se ao receberem elétron) e o sistema de defesa antioxidante. Esses agentes são gerados endogenamente (internamente) como conseqüência direta do metabolismo do O2 e também em situações não-fisiológicas, como a exposição da célula a xenobióticos (tipos estranhos) que provocam a redução incompleta de O2.

Para vencer o desafio dos radicais livres, os seres aeróbicos desenvolveram uma bateria de mecanismos de proteção conhecidos como defesas antioxidantes, de forma a transformá-los em água ou controlá-los:

o radical superóxido: necessita da enzima superóxido dismutase para transformá-lo em peróxido de hidrogênio ou água oxigenada. O homem já consegue produzir algumas enzimas importantes contra os radicais livres, tendo-se como exemplo a glutationa, com as mesmas propriedades da superóxido dismutase que está sendo testada também no combate à AIDS. Outro processo é a Geneterapia, que insere um gene para aumentar a produção desta enzima, fazendo com que o número de radicais diminua no organismo.

peróxido de hidrogênio: o organismo produz a catalase e a peroxidase que o transformam em água.

radicais hidroxilas: são impedidas de se formarem pelos bioflavonóides, como a ginkgobilina e a rutina, fitoquímicos (substâncias químicas vegetais) que atuam no equilíbrio e controle de Ferro no organismo.

Para proteger-se, a célula possui um sistema de defesa que pode atuar em duas linhas:

detoxificadora do agente: antes que ele cause lesão. Constituí-se por:

glutationa reduzida (GSH): esta glutationa reduzida (GSH, L--glutamil-L-cisteinil-glicina) está presente na maioria das células e é o tiol (-SH) mais abundante no meio intracelular, determinante de sua capacidade redutora e presente na cisteína. Pode ser considerada como um dos agentes mais importantes do sistema de defesa antioxidante da célula, protegendo-a contra a lesão resultante da exposição com: íons ferro, oxigênio hiperbárico, ozona, radiação e luz ultravioleta. Além disto, atua:

isquemia e reperfusão: diminui a suscetibilidade à lesão renal decorrente desta. Existem várias evidências da atividade protetora dos componentes do sistema antioxidante. As lesões de reperfusão pós-isquemia de coração, rim, fígado e intestino são prevenidas por SOD, catalase ou allopurinol, sendo este último um bloqueador da produção de O2-, pela via da xantina-oxidase.

cisteína: atua como transportadora e reservatório.

lipoperoxidação: participa da detoxificação de agentes químicos

é requerida: para a síntese de DNA, de proteínas e de algumas prostaglandinas.

superóxido-dismutase (SOD): corresponde a uma família de enzimas com diferentes grupos prostéticos em sua composição. É decisiva quanto à proteção contra a toxicidade pelo oxigênio e seus radicais. Está invariavelmente presente nos aeróbios e ausentes nos anaeróbios obrigatórios. Nos sistemas eucariontes (células com núcleos) existem duas formas:

SOD-cobre-zinco: presente no citosol (parte líquida da célula). A dismutação é uma reação na qual, duas moléculas idênticas são transformadas em compostos diferentes. No caso da SOD, um íon superóxido oxida o outro, gerando O2 (normal) e água oxigenada (O2 + 2 elétrons excedentes).

SOD-manganês: localizada primariamente na mitocôndria (onde gera a energia na célula). Esta enzima também tem papel antioxidante, já que catalisa a dismutação do radical superóxido em H2O2 e O2, na presença do próton H+.

Obs.: é um tipo de reação química na qual uma parte das moléculas é oxidada e a outra reduzida, dentro de uma desproporção, provocando um desproporcionamento químico.

Durante o processo hemolítico (alteração dos glóbulos vermelhos) decorrente de agressão térmica, os glóbulos vermelhos humanos exibem queda da atividade SOD. A adição desta enzima também protege o DNA de lesões provocadas pela sobrecarga de Fe+++.

catalase: é uma hemeproteína citoplasmática que catalisa a redução do H2O2 a H2O e O2, ou seja, converte H2O2 em água, mas libera um átomo de oxigênio (altamente reativo, pois é um birradical, com dois elétrons desemparelhados) e sua atividade é dependente de NADPH. É encontrada no: sangue, medula óssea, mucosas, rim e fígado. A suplementação de catalase exógena previne a oxidação da GSH mediada pelo H2O2, em eritrócitos humanos normais e também inibe as lesões oxidativas do DNA de timo de carneiros submetidos à sobrecarga de Fe+++. Em modelo de estresse oxidativo decorrente de agressão térmica, os eritrócitos exibem diminuição da atividade da catalase durante o processo hemolítico termodependente.

glutationa-peroxidase (GSH-Px): catalisa (modifica a velocidade) da redução do peróxido de hidrogênio – H2O2 e peróxidos orgânicos para seus correspondentes alcoóis às custas da conversão da GSH a GSSG. Embora a GSH-Px tenha ação fundamentalmente citosólica (fluído interno da célula), in vitro ela é capaz de reduzir hidroperóxidos de membrana.

vitamina E (-tocoferol): com exceção desta vitamina, que é um antioxidante estrutural da membrana, a maior parte dos agentes antioxidantes está no meio intracelular.

reparadora da lesão ocorrida: sendo constituída pelo:

ácido ascórbico (vitamina C): vide abaixo.

glutationa-redutase (GSH-Rd): após exposição da GSH ao agente oxidante, ocorre sua reoxidação, como forma de recuperação feita pela enzima GSH-Rd, uma etapa essencial para manter íntegro o sistema de proteção celular. Habitualmente, a reserva intracelular de GSH-Rd é alta e somente uma grave deficiência desta enzima resultará em sinais clínicos. Trata-se de uma flavoproteína dependente da nicotinamida-adenina-dinucleotídeo-fosfato reduzida -NADPH e, portanto, também dependente da integridade da via das pentoses, correspondente ao açúcar simples, cuja cadeia principal é formada por cinco átomos de carbono. Sob condições de diminuição do fornecimento de NADPH, como no jejum e na deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase – G6PD há prejuízo da função da GSH-Rd.

glutationa-peroxidase (GSH-Px): visto acima.
LEMBRETES

As informações contidas neste artigo são da inteira responsabilidade de: Moriel Sophia – Cromoterapeuta – Sinaten 0880. Esta terapia auxilia o tratamento, mas não dispensa o “médico”. É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte.

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